[Turismo] Parque Estadual do Terra Ronca – GO

O Parque Estadual do Terra Ronca é um dos maiores sítios de cavernas e grutas da América Latina, muitas delas ainda não mapeadas. Essas formações geológicas atraem espeleólogos, turistas, aventureiros e curiosos de todas as partes do mundo, ávidos por conhecer as belezas naturais, os rios de águas cristalinas que formam lagos subterrâneos e os enormes salões internos das cavernas.

A vegetação do Parque é formada por cerrado, cerradão, matas de galeria e veredas, sendo excelente habitat para uma vasta gama de espécies animais. A diversidade biológica é enorme: já foram registradas mais de 150 espécies de aves, e quase 50 de mamíferos na região. A região também é muito bem servida por rios, dos quais cinco pertencem à bacia do Paraná.

Além das cavernas, Terra Ronca também tem cachoeiras e uma formação de morros, esculpidos pelo vento e pelas águas, que se parece com uma cidade de pedra.

[Fonte: Brazil Tour]

[Turismo] Lugar Bonito é Bonito – MS

Uma das mais fascinantes áreas naturais de lazer aquático do mundo.


Um pequeno pedaço do Paraíso ao sul do Pantanal, no Estado do Mato Grosso do Sul.

Esta é a Região de Bonito, que abrange os municípios de Bodoquena, Bonito e Jardim, distantes 1.200 km da Grande São Paulo e 1.444 km da “Cidade Maravilhosa”, o Rio de Janeiro.

Beleza é o que tem de sobra na região, afinal, trata-se de uma das mais fascinantes áreas naturais de lazer aquático do mundo.

Aqui você curte cachoeiras, lagos, rios de águas cristalinas, simplesmente mais de 80 cavernas secas ou inundadas, grutas, paredões rochosos, peixes e animais selvagens. O acesso é fácil e você pode curtir esta exuberância bem de perto, vendo e vivendo suas maravilhas num contato íntimo com a Mãe Natureza.

Se você acha que vai encontrar monotonia em Bonito, pode esquecer! A quantidade de animais e a geografia inusitada garantem a personalidade da região, com seus encantos e possibilidades de passeios inesquecíveis.

Sinta só alguns atrativos que a Região de Bonito lhe reserva: snorkeling, mergulho, rafting em nível leve, escaladas, rapel, cachoeiras, passeios a cavalo, espeleoturismo, caminhadas ecológicas e a suculenta comidinha da fazenda.

Está esperando o quê para fazer suas malas e mergulhar de cabeça neste roteiro?


[Fonte: Brasil Viagem]

[Turismo] Piscina natural da cachoeira. Pirenópolis – GO

Colonial, cidade goiana de Pirenópolis preserva tradições, cachoeiras e fazendas


Mergulhar nas cachoeiras que se espalham por esta terra maravilhosa é algo irresistível e necessário. O calor é impiedoso e seco, mas a natureza, generosa. O ponto de partida é a cidade de Pirenópolis. No coração do Brasil, ela preserva seu casario colonial, costumes e tradições que remontam ao inicio do século 18.

A pé, de mountain bike ou jipe, é possível conhecer o grande elenco de piscinas e quedas d’água cristalinas. E, naturalmente, baixar a voltagem que trazemos das grandes cidades. Para chegar às atrações, o caminho já vale a viagem: a vegetação de arbustos retorcidos, típica do cerrado, serve de moldura. E o solo, rico em depósitos minerais como o cristal de quartzo, brilha ao sol.

A melhor época para conhecer a cidade é entre maio e julho, pois as cachoeiras estão cheias e o período de chuvas já passou. Normalmente, a temporada seca vai até novembro.

Não é difícil cruzar com um tamanduá-bandeira ou uma seriema distraída, pois eles fazem parte do cenário. Quando se ouve um canto rouco de pássaro e o mesmo tiver um jeito particularmente desengonçado de voar, pode ter certeza de que é um dos muitos tucanos do pedaço. A flora, apesar de castigada sem trégua pelo sol, resiste bravamente e se descortina numa infinidade de cores, formas e frutos.

As descobertas de ouro pelos bandeirantes trouxeram os primeiros colonos à região. Em 1727, surgem as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. É chamada de assim porque metade de sua ponte (sobre o rio das Almas) foi levada por uma enchente. Só a partir de 1890, passou a se chamar Pirenópolis, por estar próxima (distante 22 km) da serra dos Pirineus, que abriga o parque estadual de mesmo nome.

À exemplo do que aconteceu em outras cidades coloniais brasileiras, depois do apogeu do ciclo minerador do ouro, a cidade entrou em decadência econômica, o que ajudou a preservar casarões e igrejas praticamente intactos. Em 1989, foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e, a partir de 1997, iniciaram-se projetos de restauração nos principais monumentos do centro histórico.

[Fonte: UOL Viagem]

[Turismo] Cidade Portuária e Cheia de História. Conheça Corumbá / MS

Corumbá / MS

A chamada “capital do Pantanal” está localizada às margens do rio Paraguai. Corumbá é uma cidade portuária e cheia de história, um destino recomendado para quem gosta de pescar e admirar a natureza. Ainda no caminho, é possível ver uma prévia da fauna exuberante – além dos pássaros, jacarés descansam nos alagados, bandos de capivaras correm…

Corumbá faz fronteira com a Bolívia e possui um significativo patrimônio histórico. Há opções de passeios de barco pelos rios da região, de carro pela Estrada Parque – que proporciona contato direto com a fauna e a flora – e a cavalo, nos hotéis fazenda da região. No porto, grandes barcos transformados em hotéis flutuantes, com capacidade para dezenas de pessoas e equipados com lanchas próprias para pesca, oferecem passeios de vários dias pelos rios do Pantanal.

[Fonte: Ministério do Turismo]

[Ecoturismo] Alto Paraíso de Goias / GO

Alto Paraíso de Goias

Jardim de Maytrea é  tomado por veredas de buritis e campos floridos

O astral místico e as incontáveis belezas naturais da Chapada dos Veadeiros fazem de Alto Paraíso de Goiás um ponto de encontro de diversas tribos. Por lá, reúnem-se esotéricos, ecoturistas e aventureiros em perfeita harmonia – também, pudera! Em um cenário contornado por cânions gigantescos, paredões rochosos, rios cristalinos, cachoeiras, piscinas naturais e minas de quartzo, somente a paz pode reinar.

Para proteger tanta beleza o governo criou, em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acessível pelo vilarejo de São Jorge, a 36 quilômetros de Alto Paraíso. Na área de 65 mil hectares há poucas trilhas abertas a visitação, mas elas levam – ainda bem – aos clássicos cartões-postais da região. Entre eles estão os Saltos do rio Preto, que formam cascatas de até 120 metros de altura e a maior piscina natural da área, que chega a 300 metros de diâmetro. Para conhecer as quedas é preciso ficar atento: a reserva tem lotação limitada diária e para fazer os passeios é obrigatório o acompanhamento de guias.

Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares. O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásis tomado por veredas de buritis e campos floridos.

Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel.

Depois de tanto desgaste físico, nada como recuperar as energias nos centros de massagens e meditação que ocupam insólitas construções em forma de pirâmide. De acordo com os místicos, a região é o coração magnético do país por estar sobre uma das maiores concentrações de cristal de quartzo do mundo. Se o esoterismo não é sua praia, relaxe nas pousadas charmosas, nos bons restaurantes ou nas lojinhas – especializadas em cristais e incensos!

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[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Caldas Novas / GO

Parque Estadual da Serra de Caldas tem  trilhas, mirante, cachoeiras e flora e a fauna típicas do cerrado

Todos os anos, mais de um milhão de turistas visitam a pequena Caldas Novas. Eles chegam em busca das águas quentes do balneário, considerado a maior estância hidrotermal do mundo. Com temperaturas variando entre 30 e 57 graus, as centenas de piscinas dos hotéis e dos clubes atraem especialmente grupos da terceira idade e famílias com crianças, que lá encontram atividades recreativas e muita diversão dia e noite. Relaxar também faz parte do programa – quem resiste a uma banheira de hidromassagem ao ar livre com água bem quentinha?

Fora dos hotéis também há muito o que fazer. Imperdível é passar um dia no Hot Park, que oferece muito mais que piscinas térmicas. O maior complexo de lazer da região – instalado na cidade de Rio Quente, a 30 quilômetros – tem corredeiras e toboáguas radicais que encantam crianças e adultos. Já na Lagoa de Pirapitinga, onde estão as nascentes com as mais altas temperaturas de Caldas Novas, o destaque é o Poço do Ovo, com águas que borbulham a 57 graus.

Caso o corpo sinta falta da água fria, tome a direção do Lago de Corumbá, um espelho d’água com 65 quilômetros quadrados, perfeito para a prática de esportes náuticos e passeios de barco. A área já começa a oferecer hotéis de lazer, com infra-estrutura para a pesca esportiva e exploração das cachoeiras da região.

Não deixe de conhecer o Parque Estadual da Serra de Caldas. As caminhadas pelas trilhas, feitas exclusivamente acompanhadas por guias, conduzem a refrescantes banhos nas quedas da Cascatinha e do Paredão. Ainda no tour pela reserva, aprecie a flora e a fauna típicas do cerrado, que conferem cores e formas únicas à paisagem.

A natureza, aliás, é generosa também com a culinária da região, fornecendo os frutos que dão o gosto tão especial aos pratos tradicionais, como a galinhada com pequi e guariroba. Para a sobremesa, doces de frutas e de leite produzidos artesanalmente e que merecem ser levados para casa. As delícias são encontradas, ao lado de licores e laticínios, em lojinhas no Centro – bons motivos para sair da piscina do hotel e dar uma volta pela cidade.

[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Bonito / MS

Bonito – Mato Grosso do Sul

Bonito é um município sul-mato-grossense com cerca de 17.000 habitantes, distante 330km de Campo Grande/MS. Está inserida na Serra da Bodoquena que é um maciço rochoso calcário elevado onde as águas infiltram e ressurgem na planície, formando os olhos d’água e os rios de águas límpidas e transparentes e onde foi criado o Parque Nacional da Serra da Bodoquena uma área de 77.232,00 (ha) e com sede no município.

O que se encontra nos arredores desta simpática cidade são atrativos naturais dos mais diversos. Rios de águas límpidas, cachoeiras em meio aos bosques, cavernas, dentre outras raras paisagens de grande beleza cênica e grande relevância ecológica.

Um fator que torna Bonito no Mato Grosso do Sul diferente de muitas regiões do Brasil são as rochas calcárias que existem na região, o que proporciona a existência de rios subterrâneos, sumidouros e ressurgências. O calcário também torna as águas de nossos rios cristalinas e transparentes, contribuindo para precipitar partículas em suspensão para o fundo dos leitos o que torna a água extremamente transparente.

Fonte: Brasil Turismo