[Turismo] Parque Estadual do Terra Ronca – GO

O Parque Estadual do Terra Ronca é um dos maiores sítios de cavernas e grutas da América Latina, muitas delas ainda não mapeadas. Essas formações geológicas atraem espeleólogos, turistas, aventureiros e curiosos de todas as partes do mundo, ávidos por conhecer as belezas naturais, os rios de águas cristalinas que formam lagos subterrâneos e os enormes salões internos das cavernas.

A vegetação do Parque é formada por cerrado, cerradão, matas de galeria e veredas, sendo excelente habitat para uma vasta gama de espécies animais. A diversidade biológica é enorme: já foram registradas mais de 150 espécies de aves, e quase 50 de mamíferos na região. A região também é muito bem servida por rios, dos quais cinco pertencem à bacia do Paraná.

Além das cavernas, Terra Ronca também tem cachoeiras e uma formação de morros, esculpidos pelo vento e pelas águas, que se parece com uma cidade de pedra.

[Fonte: Brazil Tour]

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[Turismo] Piscina natural da cachoeira. Pirenópolis – GO

Colonial, cidade goiana de Pirenópolis preserva tradições, cachoeiras e fazendas


Mergulhar nas cachoeiras que se espalham por esta terra maravilhosa é algo irresistível e necessário. O calor é impiedoso e seco, mas a natureza, generosa. O ponto de partida é a cidade de Pirenópolis. No coração do Brasil, ela preserva seu casario colonial, costumes e tradições que remontam ao inicio do século 18.

A pé, de mountain bike ou jipe, é possível conhecer o grande elenco de piscinas e quedas d’água cristalinas. E, naturalmente, baixar a voltagem que trazemos das grandes cidades. Para chegar às atrações, o caminho já vale a viagem: a vegetação de arbustos retorcidos, típica do cerrado, serve de moldura. E o solo, rico em depósitos minerais como o cristal de quartzo, brilha ao sol.

A melhor época para conhecer a cidade é entre maio e julho, pois as cachoeiras estão cheias e o período de chuvas já passou. Normalmente, a temporada seca vai até novembro.

Não é difícil cruzar com um tamanduá-bandeira ou uma seriema distraída, pois eles fazem parte do cenário. Quando se ouve um canto rouco de pássaro e o mesmo tiver um jeito particularmente desengonçado de voar, pode ter certeza de que é um dos muitos tucanos do pedaço. A flora, apesar de castigada sem trégua pelo sol, resiste bravamente e se descortina numa infinidade de cores, formas e frutos.

As descobertas de ouro pelos bandeirantes trouxeram os primeiros colonos à região. Em 1727, surgem as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. É chamada de assim porque metade de sua ponte (sobre o rio das Almas) foi levada por uma enchente. Só a partir de 1890, passou a se chamar Pirenópolis, por estar próxima (distante 22 km) da serra dos Pirineus, que abriga o parque estadual de mesmo nome.

À exemplo do que aconteceu em outras cidades coloniais brasileiras, depois do apogeu do ciclo minerador do ouro, a cidade entrou em decadência econômica, o que ajudou a preservar casarões e igrejas praticamente intactos. Em 1989, foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e, a partir de 1997, iniciaram-se projetos de restauração nos principais monumentos do centro histórico.

[Fonte: UOL Viagem]

[Ecoturismo] Alto Paraíso de Goias / GO

Alto Paraíso de Goias

Jardim de Maytrea é  tomado por veredas de buritis e campos floridos

O astral místico e as incontáveis belezas naturais da Chapada dos Veadeiros fazem de Alto Paraíso de Goiás um ponto de encontro de diversas tribos. Por lá, reúnem-se esotéricos, ecoturistas e aventureiros em perfeita harmonia – também, pudera! Em um cenário contornado por cânions gigantescos, paredões rochosos, rios cristalinos, cachoeiras, piscinas naturais e minas de quartzo, somente a paz pode reinar.

Para proteger tanta beleza o governo criou, em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acessível pelo vilarejo de São Jorge, a 36 quilômetros de Alto Paraíso. Na área de 65 mil hectares há poucas trilhas abertas a visitação, mas elas levam – ainda bem – aos clássicos cartões-postais da região. Entre eles estão os Saltos do rio Preto, que formam cascatas de até 120 metros de altura e a maior piscina natural da área, que chega a 300 metros de diâmetro. Para conhecer as quedas é preciso ficar atento: a reserva tem lotação limitada diária e para fazer os passeios é obrigatório o acompanhamento de guias.

Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares. O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásis tomado por veredas de buritis e campos floridos.

Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel.

Depois de tanto desgaste físico, nada como recuperar as energias nos centros de massagens e meditação que ocupam insólitas construções em forma de pirâmide. De acordo com os místicos, a região é o coração magnético do país por estar sobre uma das maiores concentrações de cristal de quartzo do mundo. Se o esoterismo não é sua praia, relaxe nas pousadas charmosas, nos bons restaurantes ou nas lojinhas – especializadas em cristais e incensos!

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[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Caldas Novas / GO

Parque Estadual da Serra de Caldas tem  trilhas, mirante, cachoeiras e flora e a fauna típicas do cerrado

Todos os anos, mais de um milhão de turistas visitam a pequena Caldas Novas. Eles chegam em busca das águas quentes do balneário, considerado a maior estância hidrotermal do mundo. Com temperaturas variando entre 30 e 57 graus, as centenas de piscinas dos hotéis e dos clubes atraem especialmente grupos da terceira idade e famílias com crianças, que lá encontram atividades recreativas e muita diversão dia e noite. Relaxar também faz parte do programa – quem resiste a uma banheira de hidromassagem ao ar livre com água bem quentinha?

Fora dos hotéis também há muito o que fazer. Imperdível é passar um dia no Hot Park, que oferece muito mais que piscinas térmicas. O maior complexo de lazer da região – instalado na cidade de Rio Quente, a 30 quilômetros – tem corredeiras e toboáguas radicais que encantam crianças e adultos. Já na Lagoa de Pirapitinga, onde estão as nascentes com as mais altas temperaturas de Caldas Novas, o destaque é o Poço do Ovo, com águas que borbulham a 57 graus.

Caso o corpo sinta falta da água fria, tome a direção do Lago de Corumbá, um espelho d’água com 65 quilômetros quadrados, perfeito para a prática de esportes náuticos e passeios de barco. A área já começa a oferecer hotéis de lazer, com infra-estrutura para a pesca esportiva e exploração das cachoeiras da região.

Não deixe de conhecer o Parque Estadual da Serra de Caldas. As caminhadas pelas trilhas, feitas exclusivamente acompanhadas por guias, conduzem a refrescantes banhos nas quedas da Cascatinha e do Paredão. Ainda no tour pela reserva, aprecie a flora e a fauna típicas do cerrado, que conferem cores e formas únicas à paisagem.

A natureza, aliás, é generosa também com a culinária da região, fornecendo os frutos que dão o gosto tão especial aos pratos tradicionais, como a galinhada com pequi e guariroba. Para a sobremesa, doces de frutas e de leite produzidos artesanalmente e que merecem ser levados para casa. As delícias são encontradas, ao lado de licores e laticínios, em lojinhas no Centro – bons motivos para sair da piscina do hotel e dar uma volta pela cidade.

[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Caldas Novas / GO

Caldas Novas

Caldas Novas é a maior estância hidrotermal do mundo.

Com diversos clubes de águas quentes, com temperaturas que podem chegar até 51° C, é um dos mais importantes pontos turísticos de Goiás.

A descoberta das águas quentes aconteceu no final do século XVIII, mas a primeira “casa de banho” de Caldas Novas surgiu apenas em 1910. Ela foi construída pelo major Victor de Ozeda Ala para seus familiares e amigos, e funcionava onde hoje é o Balneário Municipal. As instalações eram de madeira e tinha apenas duas banheiras. O sucesso foi tanto que o número de convidados só aumentava. Dez anos mais tarde, em 1920, os herdeiros do major Victor e o médico Ciro Palmerston construíram em sociedade o primeiro balneário público, com duas banheiras esmaltadas e três cimentadas. Mas o primeiro grande empreendimento surgiria apenas em 1964: a Estância Thermas do Rio Quente, que antes pertencia ao município de Caldas Novas.

Muito já se especulou sobre a origem das águas quentes de Caldas Novas. Uma das teorias mais difundidas é a de que teria existido um vulcão, extinto há milhões de anos, em cuja cratera a água da chuva se infiltraria, aquecendo-se a grandes profundidades e retomaria a superfície, através de fendas na rocha. O que se sabe hoje em dia é que o fenômeno decorre de características geológicas e topográficas peculiares. As águas são aquecidas com o calor proveniente do interior da Terra, em camadas profundas da crosta terrestre.

As águas provenientes das camadas profundas do subsolo, quando afloram à superfície, trazem em dissoluções sais minerais e gases, que pelas suas composições possuem comprovadas propriedades terapêuticas.

A cidade tem pouco mais de 68 mil habitantes e tem clima ameneno, com temperatura máxima de 35°.

Fonte: Brasil Viagem

Mural CMMC – Caldas Novas / GO

Pousada em Caldas Novas

Pousada em Caldas Novas

Todos os anos, mais de um milhão de turistas visitam a pequena Caldas Novas. Eles chegam em busca das águas quentes do balneário, considerado a maior estância hidrotermal do mundo. Com temperaturas variando entre 30 e 57 graus, as centenas de piscinas dos hotéis e dos clubes atraem especialmente grupos da terceira idade e famílias com crianças, que lá encontram atividades recreativas e muita diversão dia e noite. Relaxar também faz parte do programa – quem resiste a uma banheira de hidromassagem ao ar livre com água bem quentinha?

Fora dos hotéis também há muito o que fazer. Imperdível é passar um dia no Hot Park, que oferece muito mais que piscinas térmicas. O maior complexo de lazer da região – instalado na cidade de Rio Quente, a 30 quilômetros – tem corredeiras e toboáguas radicais que encantam crianças e adultos.

Já na Lagoa de Pirapitinga, onde estão as nascentes com as mais altas temperaturas de Caldas Novas, o destaque é o Poço do Ovo, com águas que borbulham a 57 graus. Ponto de encontro dos praticantes de esportes náuticos, o Lago Corumbá é o cenário perfeito para um passeio de barco.

Caso o corpo sinta falta da água fria, tome a direção do Parque Estadual Serra de Caldas. Os passeios, feitos exclusivamente com guias, conduzem a refrescantes banhos de cachoeiras em meio a trilhas. Ainda no tour pela reserva, a flora e a fauna típicas do cerrado dão cores e formas únicas à paisagem. A natureza, aliás, é generosa também com a culinária da região, fornecendo os frutos que dão o gosto tão especial aos pratos tradicionais, como a galinhada com pequi e guariroba. Para a sobremesa, doces de frutas e de leite produzidos artesanalmente e que merecem ser levados para casa. As delícias são encontradas, ao lado de licores e laticínios, em lojinhas no Centro – bons motivos para sair da piscina do hotel e dar uma volta pela cidade.

Mural CMMC – Pirenópolis

Pirenópolis - GO

Pirenópolis - GO

Colonial, cidade goiana de Pirenópolis preserva tradições, cachoeiras e fazendas.

Mergulhar nas cachoeiras que se espalham por esta terra maravilhosa é algo irresistível e necessário. O calor é impiedoso e seco, mas a natureza, generosa. O ponto de partida é a cidade de Pirenópolis. No coração do Brasil, ela preserva seu casario colonial, costumes e tradições que remontam ao inicio do século 18.

A pé, de mountain bike ou jipe, é possível conhecer o grande elenco de piscinas e quedas d’água cristalinas. E, naturalmente, baixar a voltagem que trazemos das grandes cidades. Para chegar às atrações, o caminho já vale a viagem: a vegetação de arbustos retorcidos, típica do cerrado, serve de moldura. E o solo, rico em depósitos minerais como o cristal de quartzo, brilha ao sol.

A melhor época para conhecer a cidade é entre maio e julho, pois as cachoeiras estão cheias e o período de chuvas já passou. Normalmente, a temporada seca vai até novembro.

Não é difícil cruzar com um tamanduá-bandeira ou uma seriema distraída, pois eles fazem parte do cenário. Quando se ouve um canto rouco de pássaro e o mesmo tiver um jeito particularmente desengonçado de voar, pode ter certeza de que é um dos muitos tucanos do pedaço. A flora, apesar de castigada sem trégua pelo sol, resiste bravamente e se descortina numa infinidade de cores, formas e frutos.

As descobertas de ouro pelos bandeirantes trouxeram os primeiros colonos à região. Em 1727, surgem as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. É chamada de assim porque metade de sua ponte (sobre o rio das Almas) foi levada por uma enchente. Só a partir de 1890, passou a se chamar Pirenópolis, por estar próxima (distante 22 km) da serra dos Pirineus, que abriga o parque estadual de mesmo nome.

À exemplo do que aconteceu em outras cidades coloniais brasileiras, depois do apogeu do ciclo minerador do ouro, a cidade entrou em decadência econômica, o que ajudou a preservar casarões e igrejas praticamente intactos. Em 1989, foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e, a partir de 1997, iniciaram-se projetos de restauração nos principais monumentos do centro histórico.

Cavalhadas e Mascarados

É durante a Festa do Divino que todos os anos, desde 1819, são encenadas as Cavalhadas, manifestação folclórica que representa as batalhas travadas entre mouros e cristãos. O evento é tão paramentado e tradicional que um grupo foi convidado para apresentações na França em 2005, ano em que o Brasil foi homenageado em diversas frentes naquele país. Não menos importantes e presentes no mesmo festejo são os Mascarados, que surgem por toda a parte e brincam com o povo, irreconhecíveis, vestidos dos pés a cabeça com roupas coloridas.