[Turismo] Cidade do Sol. Veja Mais Sobre Natal – RN

Conhecida como a “Cidade do Sol”, Natal tem belas praias, esquibunda e passeios de dromedário

Esquibunda (ou sandboard) com piscina, aerobunda na lagoa, passeios de bugue e de dromedário. Quem escolhe Natal como destino vê as formas de lazer e aventura se ampliarem do mar para as dunas. O turismo transformou as montanhas móveis de areia de Genipabu e arredores em parquinhos de diversões.

Requintes como sombra sob tetos de palha, trenó para subir as dunas, parafina na prancha, mergulho ao final da descida e até fotografias enviadas diretamente para o hotel compõem, por exemplo, a estrutura do Esquibunda do Cícero, nas dunas de Jacumã. Perto dali, em Ceará Mirim, o aerobunda na lagoa de Jacumã movimenta centenas de bugueiros e atendentes nos ingressos, cabos, trenós e jangadas para recolher os banhistas.

E há ainda os dromedários, sempre com aquele ar superior dos que, em outra encarnação, possivelmente no deserto do Saara, já carregaram árabes mais legítimos. Num lugar onde os moradores sabem mostrar em qual duna foram gravadas cenas de novelas, a fantasia convida a vestir turbantes antes de se acomodar na corcova do dromedário.

É um riso só. A menos que a sua coluna cervical não tolere os sacolejos, o passeio é imperdível. E pagável: mas leve dinheiro, que cartões de crédito sobre a areia combinam melhor com a Arábia Saudita.

Capital do Rio Grande do Norte, Natal tem este nome porque foi fundada no dia 25 de dezembro de 1599, dois anos depois de iniciada a construção do Forte dos Reis Magos. A fortaleza continua firme, com as mesmas dimensões que recebeu no início do século 17, e merece ser visitada, na Praia do Forte.

Na ponta oposta da orla, ao sul da cidade, está a praia de Ponta Negra, onde se hospeda a maior parte dos turistas. A infra-estrutura ali é relativamente recente, numa cidade com mais de 400 anos de história. A região começou a se desenvolver nos anos 80, não parou mais e atualmente congrega a porção mais badalada de bares, restaurantes e casas noturnas.

Quem se hospeda na Ponta Negra leva a vantagem da proximidade de Parnamirim, cidade vizinha, com atrações como o maior cajueiro do mundo e as belas praias de Cotovelo, Pirangi, Búzios e Tabatinga, mais rústicas, menos urbanas.

O cajueiro de dimensões colossais tem cerca de 110 anos de vida e ainda produz até três toneladas de caju por safra. Em 1955, a revista Cruzeiro definiu o fenômeno como uma “sinfonia inacabada”, de “galhos lançados em progressão geométrica”. Em 1994, o cajueiro entrou para o Guiness Book. Percorrer a vasta sombra, com galhos brotando da terra a todo instante, dá a sensação de ingressar numa floresta, de uma árvore só.

As cidades ao sul de Natal também são caminho para a praia de Pipa, a 85 km de distância, um dos pontos mais famosos do litoral potiguar, graças à sofisticação que os serviços de lá, de pousadas e restaurantes, adquiriram na última década.

Para 2008, está prometida a inauguração do Parque da Cidade de Natal, projeto de Oscar Niemeyer com torre e mirante de altura equivalente a um prédio de 18 andares. Vai dar para enxergar até os bugues de Genipabu dali. E também os dromedários! No final de 2007, a capital inaugurou a monumental Ponte de Todos, sobre o rio Potengi, que liga a Praia do Forte à zona norte e proporciona, do alto dos mirantes, uma paisagem de cores espetaculares no pôr-do-sol.

Dicas a considerar, antes de fazer as malas: em Natal, algumas distâncias são longas e os táxis são caros, praticamente uma exclusividade dos turistas. Da Praia dos Artistas até Ponta Negra são quase 15 km, por exemplo. Alguns restaurantes e casas de shows, como o forró do Centro de Turismo, oferecem traslado. Sobre os passeios de bugue, é mais seguro contratar os credenciados nas agências locais de turismo. E ande com dinheiro: uma queixa freqüente dos visitantes é a falta de caixas eletrônicos e de lojas que aceitam cartão.

Natal também é uma capital de ladeiras íngremes diante de suas praias principais. A parte boa do esforço físico é que volta e meia o marzão verde e azul surge de repente diante dos olhos, um horizonte límpido, raramente nublado, fazendo jus ao título de “Cidade do Sol”.

[Fonte: UOL Viagem]

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[Turismo] O Paraíso em Tamandaré e Carneiros – PE

Tamandaré e Carneiros - PE

Tamandaré e Carneiros - PE

As praias de Tamandaré e Carneiros são as mais desertas do litoral sul de Pernambuco. A característica, que já valeria a viagem, é incrementada ainda por belos cenários contornados por mar calmo e transparente, recifes que formam piscinas naturais, areia branca e coqueiros.

Tamandaré é a sede do município, com áreas urbanizadas, casas de veraneio e barracas que recebem turistas nos finais de semana e na alta temporada. Já Carneiros, acessível por estrada (dez quilômetros, sendo cinco de terra) ou pela praia (cerca de meia hora de caminhada), é totalmente rústica. Além das particularidades descritas acima, tem ainda um rio de águas verdes que se mistura com o mar na maré alta. Para fechar a paisagem bucólica com chave de ouro, uma igreja branquinha, dedicada a São Benedito, é cercada por coqueirais e ocupa lugar de destaque na areia.

Quem vai para Carneiros de carro só chega à praia através das estradinhas que levam aos dois bares mais famosos da região. O Bora Bora, com infra-estrutura de quiosques, fica em um dos trechos mais exuberantes da praia. Já o Sítio da Prainha oferece mais que bebidas e petiscos – no cardápio estão passeios a cavalo e de catamarã para as piscinas naturais.

Falando em passeios, há diversas rotas feitas de barco. Os tours partem da praia de Tamandaré e variam de acordo com as estações do ano. No verão, os mais procurados são os que seguem para Carneiros ou para a ilha do Coqueiro. O rio Formoso e as áreas de mangue fazem parte dos roteiros da baixa temporada.

[Turismo] Paisagem Maravilhosa em Maragogi – AL

Paisagem Maravilhosa em Maragogi – AL

No meio do caminho entre Maceió e Recife fica Maragogi. Fincada no coração da Costa dos Corais, a vila chama a atenção pelo belo conjunto que reúne mar cristalino, areias finas, coqueirais e recifes, sem contar a excelente infra-estrutura de hospedagem. Além dos elementos paradisíacos, a paisagem é incrementada ainda pelas Galés, as enormes piscinas naturais a seis quilômetros da costa, repletas de peixes e acessíveis por catamarãs e lanchas que partem da praia central.

Tranquilidade: Clima rústico é marca registrada da maioria das praias

Tranquilidade: Clima rústico é marca registrada da maioria das praias

Os atrativos de Maragogi, entretanto, não se resumem aos aquários naturais. Os cenários, tanto ao Norte quanto ao Sul, são encantadores e praticamente desertos. Na direção de Pernambuco, as praias de Burgalhau, Barra Grande e Ponta do Mangue, com suas águas azul-esverdeadas, ganham ainda a rusticidade das vilas de pescadores, com casinhas simples e jangadas coloridas cruzando o mar.

Nas pequenas cidades ao redor, como Barra de Santo Antônio e São Miguel dos Milagres, os programas incluem travessia de rio, visita à ilhas e passeios em meio a construções históricas.

A gastronomia é outro ponto forte da região, com simples e bons restaurantes especializados em frutos do mar espalhados pelas praias e vilas. Não deixe de experimentar o famoso bolinho de goma, uma espécie de sequilho à base de manteiga e leite de coco, vendido em bares e lojinhas. A iguaria é produzida no povoado de São Bento, a quatro quilômetros de Maragogi.

[Fonte: Férias Brasil]

[Turismo] Por Que Visitar Rio Grande do Norte?

Por Que Visitar Rio Grande do Norte?

O que atrai tantos gringos e jovens ao Rio Grande do Norte é uma invejável combinação de fatores. O primeiro é o solar. O estado tem 300 dias de sol por ano, provavelmente muito mais do que um dinamarquês veria durante toda a sua vida nórdica. O segundo é a mistura fantástica de encostas com falésias, baías de águas calmas com piscinas naturais e praias com ótimas ondas para surfe. A diversão começa na capital, Natal, que fica ali onde o mapa do Brasil faz a curva para oeste. Com dunas, bugues, lagoas e o ar mais puro do continente, a cidade faz jus ao apelido de parque de diversões, a nossa Disneylândia. Ali o turista que se preza aprende a dançar forró, descobre o que quer dizer a palavra esquibunda na Lagoa de Jacumã, visita o Forte dos Reis Magos e vai conferir o maior cajueiro do mundo, em Pirangi. Depois, come camarão, bebe caipifruta e aprende que descer as dunas de Genipabu de bugue pode ser mais excitante que andar de montanha-russa.Bem perto, rumo ao sul, outros quatro destinos atraem cada vez mais gente: Búzios, Cunhaú, Baía Formosa e Tibau do Sul, onde fica a espetacular Pipa, a principal praia natalense e “dona” da noite mais animada do litoral acima de Recife. Para o outro lado, no litoral norte, duas praias se destacam pela beleza: Galinhos e São Miguel do Gostoso, que todo mundo chama de Gostoso. Precisa dizer mais alguma coisa de um lugar com esse nome?

[Fonte: Viaje Aqui]

[Turismo] Canindé de São Francisco – SE

Canindé de São Francisco

Encravada no sertão sergipano, às beiras do rio São Francisco, Canindé de São Francisco impressiona por suas belezas naturais. São paisagens deslumbrantes circundadas pelo rio, formações rochosas, fauna e flora diversificada, vales com cânions e paredes de pedra que fazem daqui um destino perfeito para o ecoturismo. Rafting, rapel, mergulho, canoagem e trekking são algumas das atividades oferecidas na região, além de passeios de lancha, catamarã e saveiro pela imensidão do São Francisco.

Canindé tem uma forte participação na história e na cultura nordestina: foi por aqui que Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e Maria Bonita, ícones do cangaço, morreram em 1938. As andanças do casal e sua trupe deixaram suas marcas pela cidade e redondezas . A cidade é ainda um impressionante sítio arqueológico: estão bastante conservadas as marcas deixadas em rochas pelos primeiros habitantes da região, que aqui viveram há cerca de oito mil anos atrás.

É aqui também que está a Usina Hidrelétrica do Xingó, construída no final de década de 80 pela necessidade de atender as demandas energéticas da região nordeste através do represamento do rio São Francisco. E se antes o rio era pouco navegável por conta de corredeiras, depois da barragem as águas ficaram propícias ao lazer e colocou Canindé na rota turística nacional.

Localizada a 213 quilômetros da capital do estado Aracaju, o clima da cidade é semi-árido, com sete e oito meses de sol intenso, e a vegetação é a caatinga, típica de solos rasos, arenosos e pouco férteis.

Rica em cultura, natureza e na sua população única, equilibrando de forma harmônica o homem e o meio ambiente, Canindé de São Francisco é um dos destinos mais espetaculares do país.

[Fonte: Brasil Viagem]

[Turismo] Paraíso no Nordeste. Coruripe – AL

O povoado escondido no extremo sul de Alagoas ainda não foi descoberto por boa parte dos turistas que lotam as praias de Maceió. A cem quilômetros da capital, a rústica vila preserva a paz e a tranquilidade em meio a enormes coqueirais que contornam o mar cristalino e as areias brancas, finas e desertas. O farol e os gigantescos recifes completam a paisagem intocada.

Nos arredores de Coruripe estão outras belas praias – sempre salpicadas por coqueiros. Pituba, a cerca de 20 quilômetros, é perfeita para relaxar e passear de bugue. São quatro quilômetros de orla pontilhada por corais e sem movimento algum. Lagoas e riachos também fazem parte do cenário, caso das praias da Lagoa do Pau e de Barreiras, tão desertas quanto Flexeira, do Toco, do Poço e Miaí de Baixo. Para caminhar e petiscar, a dica é curtir a praia de Miaí de Cima.

Também fazem a fama da região o belo artesanato em palha de ouricuri, uma espécie de palmeira local. Bolsas, tapetes, mandalas e jogos americanos trançados e coloridos são produzidos por uma associação de mulheres e encontrados no Pontal de Coruripe, a dez quilômetros do centrinho. Já os trabalhos em palha de taboabandejas, potes e cestas – são feitos pelas artesãs de Feliz Deserto, um povoado vizinho.

[Turismo] Paz e Tranquilidade em Jericoacoara – CE

Paz e Tranquilidade em Jericoacoara – CE

Jericoacoara está entre as dez praias mais bonitas do planeta e, apesar de sua fama correr o mundo, o ritmo de vida na antiga vila de pescadores continua o mesmo, assim como as ruas de areia e sem iluminação pública. E como o destino paradisíaco, a apenas 300 quilômetros de Fortaleza, se mantém intocado? Graças a dois fatores: o primeiro é o acesso precário – só se chega à Jeri em veículos com tração nas quatro rodas, depois de muito sacolejo. O segundo é a transformação da região em Área de Proteção Ambiental, o que aconteceu em 1984, e posteriormente em Parque Nacional, em 2002, preservando uma área de cerca de 200 quilômetros quadrados repleta de dunas douradas, mangues e lagoas de águas transparentes.

As lagoas, aliás, são as melhores “praias” de Jeri. A principal é Jijoca, dividida em duas partes: Lagoa Azul, rústica e com barracas simples; e Lagoa do Paraíso, com pousadas confortáveis e restaurantes que oferecem redes e espreguiçadeiras. Por todo o espelho d´água, os bons ventos da região – considerada uma das melhores do país para a prática de esportes náuticos – conduzem jangadas e pranchas de kitesurf, que dividem o espaço em perfeita harmonia. Aproveite o passeio de bugue ou de jardineira pra chegar até lá.

Já a praia do centro de Jericoacoara, frequentada pelos windsurfistas em especial, tem como destaque a duna do Pôr do Sol. Todos os dias, no final da tarde, nativos e turistas sobem o morro de 30 metros de areia para apreciar o espetáculo do sol mergulhando no mar. Depois, a vila vira festa. Com restaurantes transados, bares animados e forrós pé-de-serra, oferece programas para todos os gostos. Nas noites de lua cheia, porém, o programa preferido é simplesmente apreciar o céu, sempre repleto de estrelas.

[Fonte: Férias Brasil]