[Turismo] Parque Nacional do Jaú – AM

O Parque Nacional do Jaú é o maior parque nacional do Brasil e do mundo, em floresta tropical úmida contínua e intacta. Localizado entre os municípios de Novo Airão e Barcelos, ao norte do Amazonas, leva o nome do principal rio do Parque, e de um dos maiores peixes brasileiros: o jaú. Hoje, esse paraíso ecológico é conhecido como modelo de Unidade de Conservação na Amazônia, formando, juntamente com as Reservas de Desenvolvimento Sustentável de Amanã e de Mamirauá, o maior corredor biológico preservado do mundo em selva equatorial, com mais de 5,7 milhões de hectares.

O parque preserva a maior bacia de águas pretas do mundo, a do Rio Negro. O tom escuro das águas vem das nascentes que brotam de terras muito antigas – o que deixa os rios carregados de elementos orgânicos e ferro. Seu relevo é bastante diversificado, abrangendo áreas inundáveis, planícies, colinas, igapós, igarapés e matas de terra firme. Banhado pelos rios Negro, Jaú, Carabinani, Unini, Pauini e Canauaru, o Parque do Jaú também concentra diversas cachoeiras de beleza sem igual.

Essa região foi o primeiro pólo de colonização na Amazônia, feita por indígenas e marcada por duras batalhas pela posse do território. Há relatos de achados arqueológicos de cerâmica e petroglifos escritos em pedra.

O Parque Nacional do Jaú ainda não está preparado para ampla visitação turística. Normalmente recebe visitas de pesquisadores, que ficam em alojamentos do Ibama, preparados para receber no máximo oito pessoas.

Para agendar visitas, é necessário contato prévio com o posto do Ibama no parque, com pelo menos um mês de antecedência, pelo telefone: + 55 (92) 613-3277, no ramal 229. O turismo de visitação ao rio Carabinani também só acontece em pequena escala.

O período ideal para visitas é entre julho e novembro. O parque fica aberto diariamente das 7h às 18h.

Anúncios

[Turismo] Praia Fluvial de Bacuri Grande – TO

Praia fluvial de Bacuri Grande, em Tocantins, é opção de passeio até o final de agosto

A Temporada de Praias em Tocantins começou em julho, mas quem não conseguiu aproveitar nenhuma das estruturas montadas ao longo do curso dos dois principais rios do estado ainda tem até 25 de agosto para se banhar em Bacuri Grande, em Esperantina.

O local, com babaçuais, águas claras, rasas e morninhas, é apenas uma da várias praias fluviais que surgem no estado durante as férias escolares de julho, quando as águas dos rios baixam.

É de Bacuri Grande também que se pode conhecer o ‘Encontro das Águas’, no Bico do Papagaio, onde os rios Tocantins e Araguaia se encontram e formam um canal único até o mar.

Mais de 40 praias podem ser visitadas no período de turismo sazonal de praias em Tocantins. Entre elas estão a do Rio do Sono, da Tartaruga, da Ilha Grande, do Sol e da Ilha, e da Gaivota.

[Fonte: UOL Viagem]

[Natureza] Oasis no Cerrado. Conheça Jalapão / TO

Localizado no leste de Tocantins, cortado por imensa teia de rios, riachos e ribeirões, todos de água límpida e transparente, com temperatura média de 30 ºC e área total de 34 mil Km2, o Jalapão é um verdadeiro oásis no meio do cerrado. Seu nome se origina de uma planta muito comum da região: a erva jalapa-do-Brasil.

O Jalapão abrange os municípios de Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Félix do Jalapão, Novo Acordo, Santa Tereza do Tocantins e Lagoa do Tocantins, ocupando uma área equivalente ao estado de Sergipe e que passou a condição de parque estadual a partir de 2001.

Na região existem seis rios: Sono, Soninho, Novo, Balsas, Preto e Caracol. A paisagem é árida, com vegetação rasteira que varia do cerrado baixo à campina. Matas de galeria surgem próximas aos rios, cachoeiras, lagoas, dunas de areia, serras e chapadões de até 800 metros de altura.

É praticamente impossível não se encantar com a beleza das cachoeiras da Velha, do Lajeado, da Fumaça e Brejo da Cama.

No Jalapão, a visão das dunas de 40 metros de altura, com suas areias finas e douradas, é inesquecível. Assim como um mergulho nas águas límpidas e transparentes da cachoeira do rio Formiga e ou a sensação de flutuar nas águas borbulhantes do Fervedouro. Um outro atrativo é o rafting no rio Novo, que corta boa parte da região.

A fauna é composta por veados-campeiros, tamanduás-bandeiras, antas, capivaras, lobos-guarás, raposas, gambás, macacos, jacarés e onças, além de cobras (sucuris, cascavéis e jibóias).Entre as aves estão tucanos, papagaios, araras-azuis, siriemas e emas.

É aqui que o cerrado revela seu lado surpreendente e o fascínio do lugar não deixa dúvidas: o ecossistema Jalapão é um extraordinário patrimônio natural e estamos trabalhando para desenvolvê-lo de modo sustentável.

O Jalapão apresenta, ainda, praias para acampamentos ótimas para banhos tranqüilos e demorados. A revista Isto é classificou o lugar como um dos 100 mais importantes do Brasil para se conhecer.

Por todo o percurso encontramos formações rochosas de cores e formas variadas como a Pedra Furada – um gigantesco morro de arenito onde a ação prolongada do vento e da chuva fez aberturas que se descortinam como um portão para o cerrado.

Em outra pedra situada em Novo Acordo, um empreendedor plantou uma morada íngreme e rústica no seu topo: o Hotel do Holandês (uma bela pousada com vista privilegiada de toda a região).
Imperdível conhecer a história e o artesanato de capim-dourado da comunidade dos Mumbucas, ex-escravos fugidos da Bahia.

Para conhecer essa região é preciso ter espírito aventureiro. Um prato cheio para quem está atrás de grandes emoções.

[Fonte: Brasil Viagem]

[Natureza] Lindo, Não? Conheça Santarém – PA

Santarém – PA

Depois de se encantar com o espetáculo do encontro das águas do Tapajós e do Amazonas, é preciso ainda muito fôlego. Na “pérola do Tapajós”, uma infinidade de praias de areia branca e fina, com águas límpidas e azul-esverdeadas. Cachoeiras, entre rios, igarapés e corredeiras. Igapós, matas alagadas. Trilhas pela floresta, chegando à serra. Tudo isso a poucos minutos do centro da cidade, onde construções históricas e riqueza arquitetônica estão preservadas.

Santarém é uma coleção de viagens inesquecíveis em um único pacote. Some-se a tudo o que já foi dito a cerâmica tapajônica e ao balneário da vila de Alter-do-Chão.

.
[fonte: Ministério do Turismo]

[Ecologia] Verão de Junho a Setembro. Conheça Palmas / TO

Uma das principais atrações turísticas são os passeios ecológicos

Palmas - TO

A capital do Tocantins tem poucos anos de vida mas, apesar da sua pouca idade, oferece uma excelente qualidade de vida a seus moradores e visitantes.

É uma cidade planejada, com traçado moderno e arrojado, que começou a ser construída em 1989. Tem um forte potencial para o turismo, já contando com infra-estrutura de serviços necessários para o setor.

Uma das principais atrações turísticas são os passeios ecológicos, visto que a região tem forte vocação para o ecoturismo.

Nos meses entre junho e setembro, Palmas é uma excelente opção para visitar. Isto se dá pelo fato de lá ser verão nesta época, e a Praia Graciosa, com uma vasta extensão de areia às margens do rio Tocantins, é bem convidativa.

[fonte: Brasil Viagem]

[Maravilha] Conheça a Espetacular Santarém / PA

Santarém - PADepois de se encantar com o espetáculo do encontro das águas do Tapajós e do Amazonas, é preciso ainda muito fôlego. Na “pérola do Tapajós”, uma infinidade de praias de areia branca e fina, com águas límpidas e azul-esverdeadas. Cachoeiras, entre rios, igarapés e corredeiras. Igapós, matas alagadas. Trilhas pela floresta, chegando à serra. Tudo isso a poucos minutos do centro da cidade, onde construções históricas e riqueza arquitetônica estão preservadas.

Santarém é uma coleção de viagens inesquecíveis em um único pacote. Some-se a tudo o que já foi dito a cerâmica tapajônica e ao balneário da vila de Alter-do-Chão.

[Fonte: Ministério do Turismo]

Mural CMMC – Manaus / AM

Domingo, em Manaus, é dia de comer em restaurantes flutuantes.

Os peixes compõem grande parte do cardápio.

Morar em casas flutuantes, construídas em cima de gigantescas toras de madeira, não é novidade para o homem da Amazônia. Por isso, aliás, as comunidades da região, que geralmente têm a pesca como atividade principal, são conhecidas como ribeirinhas. Hoje, porém, viver sobre os rios não se resume apenas a uma forma inusitada de moradia. Em Manaus, esse estilo de vida inspirou um tipo de diversão em família bem procurada pela população local e pelos turistas: almoçar nos restaurantes flutuantes.

Cortada por três igarapés, grandes braços de rio que se estendem por quilômetros, a capital do Estado possui dezenas desses estabelecimentos – concentrados principalmente nas margens do igarapé Tarumã, no extremo oeste. De tamanhos diferentes, a maioria oferece toda a estrutura e serviço de um restaurante construído em terra firme e mais um pouco.

No restaurante da Doró, por exemplo, além de amplo salão coberto para as mesas e até de uma ‘área vip’ para quem deseja ficar ainda mais próximo da água, os clientes contam com uma piscina. A arquitetura, feita em forma de “T”, também serve de atracadouro para as diversas embarcações que lotam o estabelecimento nos finais de semana. “Sempre que posso, venho com a família curtir a natureza e toda a estrutura que é oferecida”, diz o médico Afrânio Araújo, de 43 anos, que freqüenta os restaurantes flutuantes com a esposa e o filho.

O que mais atrai no cardápio dos flutuantes são os peixes regionais, que costumam ser fritos, cozidos e até assados na brasa do carvão. Os campeões de pedido são o tucunaré, tambaqui e pirarucu, servidos com acompanhamentos simples, geralmente farofa, arroz branco, salada e vinagrete ou ainda baião de dois, uma combinação de arroz e feijão cozidos. Para os que não gostam de peixe, os restaurantes também servem churrasco de carne bovina.

Fonte: Turismo Terra