[Turismo] Histórias em Guimarães Rosa – MG

Da Pré-História de Petter Lund às Histórias de Guimarães Rosa – MG

Esse roteiro evidencia a inestimável contribuição de duas figuras ilustres: Peter W. Lund, naturalista que fez grandes descobertas na região e Guimarães Rosa, um dos mais aclamados e talentosos ícones da literatura nacional que revelava ao mundo as belezas e riquezas de Minas Gerais por meio de suas obras.

A ligação entre essas duas figuras importantíssimas se dá por meio de muita beleza natural. O passeio faz parte de um roteiro que une sete municípios e tem como tema principal a espeleologia, ciência que estuda a formação das cavernas. No Museu de Artes e Ofícios, de Belo Horizonte, o turista encontra precioso acervo de ferramentas, equipamentos e utensílios antigos. Em Lagoa Santa, entra em contato com a pré-história da região. A atração da cidade é a Gruta da Lapinha. O Museu de Arqueologia de Lagoa Santa oferece, entre outras atividades, oficinas de cerâmica indígena.

No município de Pedro Leopoldo, merece atenção o Parque Estadual do Sumidouro, com suas trilhas e belas paisagens. Já em Cordisburgo, a parada obrigatória é o Museu Casa Guimarães Rosa, centro de referência da vida e da obra do autor de Grande Sertão Veredas. No roteiro também há lugar para a Gruta do Maquiné, única pelas dimensões de seus salões. Um roteiro diferente para amantes da literatura e da natureza!

[Fonte: Ministério do Turismo]

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[Turismo] Terra das Cachoeiras. Carrancas – MG

Carrancas, também conhecida como a terra das cachoeiras, preserva sua história à beira da Estrada Real

Fazendas centenárias, cachoeiras globais e um povo simpático, pronto pra um dedo de prosa desapressado. Não há cara feia que resista aos encantos de Carrancas, no sul de Minas Gerais. De tão fascinante, a natureza desta tranquila cidadezinha já serviu como locação de novelas e minisséries. E também pode ser um cenário maravilhoso para suas próximas férias.

As atrações ficam dentro de propriedades particulares, espalhadas pela zona rural. O acesso é fácil, qualquer carro de passeio roda sem problemas pelo chão firme e batido de terra vermelha. Também, pudera, desde os tempos coloniais a região tem tráfego constante, pois está na rota da Estrada Real. A mesma por onde passaram toneladas de ouro e diamantes antes de serem embarcados para Portugal nos séculos 18 e 19. Hoje, a via histórica faz parte dos passeios; é caminho de grutas, cavernas e mais de cinquenta quedas d’água. Um verdadeiro parque aquático, naturalmente instalado numa zona de transição entre mata atlântica e cerrado. Imaculada, a mata é refúgio de espécies ameaçadas de extinção como lobos-guará, onça parda, tucanos, papagaios e siriemas.

Para conhecer os lugares mais bacanas (e não se perder nas trilhas), contrate um guia numa das agências locais. Os roteiros são divididos por “complexos”, reunindo atrações próximas e atividades para o dia todo. Prepare o fôlego, as botas de caminhada e comece pelos clássicos, como mergulhar no poço da Esmeralda, uma espécie de aquário gigante com tonalidade surreal. Pertinho da cidade, há um dos melhores passeios, o complexo da Toca. É possível chegar a pé, só não se esqueça de levar uma boa lanterna para explorar os 400 metros da gruta homônima. Ainda por ali, pule (com cuidado) no poço do Coração – e nade com os batimentos acelerados pela forte correnteza. Já no complexo da Zilda, seja corajoso e entre pela Racha (da Zilda), uma espécie de cânion formado por enormes paredões de pedra; a entrada, com o rio se afunilando numa passagem estreita de rochas, exige disposição de contorcionista. Uma vez superada esta etapa, siga em frente nadando entre o que parecem ser fundos de panelas gigantes. A cachoeira, escondida no salão final, é o melhor momento do dia. Ao final da aventura, um legítimo feito de Indiana Jones, fica impossível descrever ou fotografar a experiência como ela realmente é.

Outro lindo lugar, por sinal cartão postal da cidade, é a Cachoeira da Fumaça, a única em terras públicas. Por muitos anos, suas águas forneceram luz para a cidade através de uma pequena usina hidroelétrica. Mas atenção: apesar da beleza convidativa, é imprópria para banhos, pois além de possuir um traiçoeiro sumidouro, o ribeirão que a abastece, recebe o esgoto da cidade alguns quilômetros antes da formosa queda d’água. Uma injustiça à altura de seus 22 metros. O incrível é que no mesmo complexo, a poucos passos da linda, porém poluída Fumaça, outro ribeirão forma a deliciosa cachoeira Véu da Noiva, esta com águas cristalinas.

Somando-se à natureza superlativa, o turismo rural em Carrancas tem um efeito de máquina do tempo, afinal, pouca coisa mudou desde que os primeiros colonos chegaram em 1718. Uma visita às antigas fazendas dá uma boa impressão de como era viver num mundo girando em rotação mais lenta e saudável, além da sensação de estar no meio de uma gravação da novela “A Escrava Isaura”. Quer entrar no set? No Hotel Fazenda do Engenho, com mais de 250 anos, paredes grossas de pau a pique, piso de tábuas largas e um incontável acervo de objetos antigos, como uma vitrola de corda (funcionando perfeitamente) e um primitivo telefone de manivela fazem dali um autêntico museu feito de peças que tiveram uso real na fazenda. Outra construção imponente chama a atenção de quem segue pela Estrada Real em direção a Cruzília. É a sede da Fazenda Traituba, de 1821, propriedade da família Junqueira há seis gerações. Na majestosa Casa Grande, construída para recepcionar o Imperador D.Pedro I, é possível imaginar a enorme quantidade de escravos necessária para “tocar” os trabalhos diários. Seu interior conserva um oratório em estilo barroco e grande parte do mobiliário original. E ainda 14 dormitórios, duas cozinhas, corredores imensos e numa das sete salas, uma bela liteira, o Rolls Royce dos transportes daquela época.

Um mar de montanhas envolve o precioso patrimônio natural e histórico do município, incluindo serras de nomes curiosos como Luminárias, Broas, Bicas e Carrancas – nesta última, contam os antigos, uma rocha com formato de duas caras feias deu nome ao lugar. No relevo acidentado, com altitude média de 1000 metros, a temperatura cai fácil durante a noite, por isso, independentemente da época, tenha sempre um bom agasalho à mão. O tempo fica mais firme entre maio e agosto, e apesar das cachoeiras estarem geladas, faz um calorão danado durante o dia, garantindo o sucesso dos passeios. Por outro lado, de setembro a abril são registradas 80% das precipitações. Mesmo assim, podem ocorrer “veranicos”, períodos de seca entre janeiro e fevereiro. Seja quando for, reserve pelo menos três dias para desfrutar desta encantadora cidadezinha mineira. Como uma deliciosa refeição preparada em fogão à lenha, a viagem tem aquele gostinho bom de última mordida, uma vontade de “quero mais”.

[Turismo] Frio das Montanhas. Monte Verde – MG

Frio das montanhas, clima hospitaleiro e natureza exuberante marcam a romântica e charmosa Monte Verde

Paixão à primeira vis(i)ta. Cercada pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, Monte Verde conquista os turistas instantaneamente graças ao seu “ar europeu”, caracterizado por baixas temperaturas, paisagens exuberantes e clima romântico. O charmoso vilarejo, que fica no distrito de Camanducaia, cidade do Sul de Minas Gerais, está a 1.500 metros de altitude e atrai, principalmente, casais em busca de sossego. Mas também é um destino para toda a família por oferecer uma boa estrutura de hotéis e pousadas, várias opções de ecoturismo e ótimos restaurantes.

Monte Verde é ideal para passar um fim de semana ou um feriado prolongado, mas o tom hospitaleiro típico do povo mineiro faz o turista ir para casa com a promessa de voltar logo, quem sabe para ficar uma semana ou então passar as férias. Afinal, há muito para se ver: morros, pedras, picos e belíssimas casas em estilo europeu. E sem falar na gastronomia, entre tantas opções de queijos e vinhos, além de pratos tradicionais do local, como o fondue, a truta e a própria comida mineira.

Não é de se admirar que Monte Verde tenha surgido da busca de imigrantes europeus por uma região com características próximas a de seus países de origem. A primeira colônia a se fixar foi a da Letônia, liderada por Werner Grinberg, juntamente com sua esposa Emília Lejasmeijers Grinberg, em 1936. O nome do vilarejo, por sinal, tem origem no pioneiro: é, na tradução para o português, Verde (“Grin”) Monte (“Berg”).

Com aproximadamente 5.000 habitantes, o vilarejo dispõe de cerca de 120 hotéis e pousadas capazes de acomodar com conforto 8.000 turistas. O pico de visitação, naturalmente, acontece no inverno, quando as precárias ruas de terra ficam abarrotadas de veículos. Quem vai de carro encontra buracos em 32 quilômetros da estrada que liga Camanducaia e Monte Verde, devido ao tráfego de caminhões pesados. Mesmo assim, é recomendável ir de carro, pois quem vai de ônibus encontra dificuldades para se locomover no vilarejo.

Logo ao chegar, pare no portal da vila e procure a sede da Associação de Hotéis e Pousadas de Monte Verde (AHPMV); lá você pode pegar um mapa do vilarejo e buscar orientação sobre hospedagem, pacotes e opções de passeios. Embora Monte Verde seja um destino típico do inverno, há muito o que fazer por lá em qualquer época do ano, desde namorar à beira da lareira ou curtir uma caminhada pela manhã até atividades radicais como montanhismo, rapel, rafting, trecking, quadriciclo, paintball e patinação no gelo – permanente, a pista funciona o ano inteiro.

O trekking (ou caminhada) é a melhor maneira de conhecer a região, que tem oito trilhas principais. E nem precisa ter fôlego de atleta: a trilha que leva ao topo da pedra conhecida como Chapéu do Bispo, que fica a 1.955 metros de altitude, leva cerca de 1h e deixa o turista literalmente “nas nuvens”, para não falar da vista estonteante. Basta levar uma garrafa com água, um agasalho e optar por um calçado já usado, já que barro e lama fazem parte da caminhada. Protetor solar e repelente também são recomendáveis.

O passeio pelas trilhas também pode ser feito pilotando quadriciclos, aventura que é devidamente monitorada por profissionais e pode durar até quatro horas. Mesmo mountain bikes, jipes, motocicletas, 4X4 e, claro, cavalos, também estão disponíveis para aluguel em Monte Verde. Aliás, no vilarejo está o aeroporto mais alto do Brasil, que fica a 1.600 metros de altitude; de lá, saem aviões de pequeno porte para voos panorâmicos que vão até Campos do Jordão. São diferentes alternativas para apreciar de maneiras inesquecíveis o fantástico cenário local.

A gastronomia talvez seja o reflexo mais autêntico do charme da vila, passeando pela culinária local, com o melhor da comida mineira, como o leitão à pururuca, sem deixar de lado a origem europeia – alemã e italiana, especialmente. A truta, peixe que sobrevive e se reproduz apenas em águas puras, livres de qualquer tipo de poluição, é um dos produtos típicos do local. Lá também é possível saborear carne de javali, fondues e comida italiana. De sobremesa, provar o strudel é praticamente obrigatório. Para levar para casa, há várias lojas com licores, vinhos, doces caseiros e por aí vai.

Passar um dia em Monte Verde é viver uma série de experiências: respirar o ar puro das montanhas, usufruir um contato muito próximo da natureza, provar sabores sofisticados e lançar-se em aventuras repletas de emoção. Tudo isso fica ainda muito melhor com o friozinho das montanhas, o crepitar da lareira e, principalmente, uma boa companhia. Assim, fica difícil resistir.

[Fonte: UOL Viagem]

[Turismo] Bela Paisagem em Aiuruoca – MG

Paraíso do ecoturismo, Aiuruoca preserva a natureza no sul de Minas

Quando o sol raiou no tão esperado dia desta viagem, eu já ia longe. Acelerava meu fusquinha numa paisagem de cartão postal pelo Sul de Minas, um caminho muito especial. E também Real, para minha surpresa. É o que indicavam as placas: aqui e ali, Sua Majestade, a Estrada Real, ora atravessava o asfalto, ora se unia no traçado da rodovia moderna. Assim, sem antes planejar, acompanhei parte desse caminho construído para escoar o ouro de Vila Rica (Ouro Preto) ao porto de Paraty. E fui passando por diversas cidades que surgiram às suas margens na época colonial, até chegar ao meu destino, Aiuruoca, um antigo arraial minerador de 1706.

Antes mesmo de chegar, faltando poucos quilômetros para entrar na cidade, tive uma bela recepção; o Pico do Papagaio, uma imponente formação rochosa de 2100m, um dos pontos mais altos do município. Vem dele o nome da cidade, originalmente do tupi ajuru (papagaio) e oca (casa), pois viviam no local bandos de papagaios de peito roxo.

O maciço de pedra está protegido pelo Parque Estadual da Serra do Papagaio, uma área de 22.917 hectares com incontáveis atrativos e uma natureza singular. Parece brincadeira, mas logo na primeira caminhada encontrei Pau-Brasil, arbustos retorcidos como a Candeia e muitas Araucárias, respectivamente, vegetação típica de mata atlântica, cerrado e mata de altitude. A fauna, do mesmo modo, se espalha triplicada pelas montanhas. Tucanos, lobos-guará e até onças também podem ser vistas na região.

Essa biodiversidade toda se espalha ainda pela APA (Área de Preservação Ambiental) da Serra da Mantiqueira, que abrange cerca de 50% de Aiuruoca. Dentro dela, há o Vale do Matutu, a 17 km da cidade. Unidos, os moradores do Matutu se esforçam na conservação e manutenção das florestas nativas. E nos combates a incêndios – os próprios guias são brigadistas voluntários. O acesso, complicado nos dias de chuva, recompensa qualquer esforço. E aqui vai um conselho de amigo: se você não dispõe de veículo apropriado e/ou não tem experiência em dirigir em estrada de terra, deixe o carro na cidade e siga tranqüilo nos veículos próprios das agências, com guia incluso. Como o carismático Herbie 53, um fusquinha decorado à imagem e semelhança de seu primo hollywoodiano.

Em Aiuruoca quase todo o relevo é montanhoso e acidentado, com apenas 5% de terrenos planos. Por isso, o lugar conta com mais de 80 cachoeiras e ribeirões. Entre eles, o rio Aiuruoca, com a nascente mais alta (e provavelmente gelada) do país, a 2.450m, e a maravilhosa Cachoeira do Tombo, com acesso a pé a partir da cidade.

Um animado carnaval sacode a cidade uma semana antes do resto do Brasil. A tradição começou na década de 1930, na verdade, com a proibição da festa na data oficial, pois segundo o então pároco Monsenhor Nagel, o período deveria ser aproveitado para vivências, reflexões e orações. Generoso, porém, permitiu sua realização na semana anterior, criando um diferencial que atrai desde então cada vez mais foliões.

Seja para descanso, badalação ou caminhar pelas trilhas, planeje bem sua viagem. Os meses de novembro a fevereiro são os mais quentes e chuvosos (leve uma capa impermeável). Já entre abril e agosto o tempo fica mais firme; em compensação, os termômetros despencam durante a noite (não se esqueça dos agasalhos). E para garantir o sucesso do passeio acrescente na lista um bom par de botas para caminhar, cantil, protetor solar, boné e o mais importante, um reforçado café da manhã.

[Fonte: UOL Viagem]

[Turismo] Natureza de Guimarães Rosa / MG

Da Pré-História de Petter Lund às Histórias de Guimarães Rosa – MG

Guimarães Rosa - MG

Esse roteiro evidencia a inestimável contribuição de duas figuras ilustres: Peter W. Lund, naturalista que fez grandes descobertas na região e Guimarães Rosa, um dos mais aclamados e talentosos ícones da literatura nacional que revelava ao mundo as belezas e riquezas de Minas Gerais por meio de suas obras.

A ligação entre essas duas figuras importantíssimas se dá por meio de muita beleza natural. O passeio faz parte de um roteiro que une sete municípios e tem como tema principal a espeleologia, ciência que estuda a formação das cavernas. No Museu de Artes e Ofícios, de Belo Horizonte, o turista encontra precioso acervo de ferramentas, equipamentos e utensílios antigos. Em Lagoa Santa, entra em contato com a pré-história da região. A atração da cidade é a Gruta da Lapinha. O Museu de Arqueologia de Lagoa Santa oferece, entre outras atividades, oficinas de cerâmica indígena.

No município de Pedro Leopoldo, merece atenção o Parque Estadual do Sumidouro, com suas trilhas e belas paisagens. Já em Cordisburgo, a parada obrigatória é o Museu Casa Guimarães Rosa, centro de referência da vida e da obra do autor de Grande Sertão Veredas. No roteiro também há lugar para a Gruta do Maquiné, única pelas dimensões de seus salões. Um roteiro diferente para amantes da literatura e da natureza!

[fonte: Ministério do Turismo]

Mural CMMC – Cachoeira das Fadas, Diamantina / MG

Cachoeira das Fadas

Atrai visitantes por ter acesso fácil e poço bom para banho, com águas cristalinas.

A Cachoeira das Fadas tem uma queda aproximada de 25 metros de altura e forma uma piscina natural cercada por uma vegetação. O local é apropriado para quem almeja descanso e repouso, podendo realizar banhos reparadores e energizantes. O acesso ao local pode ser feito por um trecho de estrada e, depois, por uma trilha de pedras com descida acentuada. Para se ter uma idéia aproximada, são cerca de 35 minutos de caminhada a partir da Igreja de Nossa Senhora das Dores, situada na rua principal. Este é mais um local onde a infra-estrutura turística é precária, recomendando-se levar lanches e realizar a coleta do lixo produzido ao abandonar o local.

Fonte: Desvendar

Mural CMMC – Lambari / MG

Lambari - MG

Lambari - MG

No Parque das Águas, repleto de fontes, até as piscinas têm água mineral.

Próxima das estâncias mais famosas de Minas Gerais – Caxambu e São Lourenço -, Lambari é um poço de tranqüilidade. Procurada pelos turistas da terceira idade, tem o Parque das Águas como principal atração. O espaço oferece seis fontes variadas – gasosa, alcalina, magnesiana, levemente gasosa, ferruginosa e picante – além de piscinas de água mineral.

Outro atrativo da pequena cidade é o Cassino do Lago, uma imponente construção de 1911, às margens do Lago Guanabara. Para apreciar o prédio por vários ângulos, faça uma caminhada pela pista de cooper, ou ainda, um passeio de charrete ou de bicicleta. Para quem está com os pequenos, vale alugar um pedalinho para circular pelo espelho d’água.

A natureza é o destaque nos arredores de Lambari. No Parque Wenceslau Braz, um verdadeiro bosque formado por eucaliptos, magnólias e pinheiros, é possível observar diversas espécies de aves durante uma caminhada ou uma pedalada ao redor de um lago. A área oferece ainda piscinas com toboáguas, cascata, quadras de peteca e de vôlei, bares e lanchonetes. Belas cachoeiras também se espalham pela região. Entre as mais conhecidas estão a de João Gonçalves e a do Roncador, ambas na estrada para Jesuânia; e Sete Quedas, protegida no Parque Estadual Nova Baden, repleto de trilhas.