[Turismo] Belas Paisagens em Balneário Camboriú – SC

Belas Paisagens em Balneário Camboriú – SC

Com uma posição geográfica privilegiada, Balneário Camboriú integra uma das mais belas paisagens do litoral catarinense. Repleta de belezas naturais, a cidade oferece, durante todo o ano, opções de lazer, compras e entretenimento para os visitantes.

Ocupam Lugar de destaque as atividades turísticas e comerciais, responsável pelo dinamismo e crescimento do município.

Praias agrestes, parques, museus, centros culturais, praças e complexos turísticos fazem parte das atrações oferecidas pelo balneário mais charmoso do sul do Brasil.

Banhos de sol e mar, muita diversão nas casas noturnas, passeios de barco, farta rede gastronômica e comércio diversificado atraem cada vez mais turistas.

Uma cidade que investe em qualidade de vida e se posicionar como uma das melhores do país em desenvolvimento humano. Assim é Balneário Camboriú: um lugar diferente, encantador… inesquecível!

Balneário Camboriú possui uma localização estratégica, estando muito próxima dos principais pontos turísticos do Estado. Situada a 18 km do aeroporto de Navegantes e com acesso rápido pela duplicada Rodovia BR 101, é o lugar ideal para quem deseja conhecer as maravilhas da região.

[Fonte: Brasil Viagem]

[Turismo] Uma das molduras naturais mais bonitas do mundo. Conheça Foz do Iguaçu – PR

Uma das molduras naturais mais bonitas do mundo. Conheça Foz do Iguaçu – PR

Com uma das molduras naturais mais bonitas do mundo, Foz do Iguaçu é praticamente uma Torre de Babel. Além dos brasileiros, argentinos e paraguaios que dividem a região da Tríplice Fronteira, a cidade é visitada por gente dos mais diversos cantos do planeta. Atraídos pelas cataratas do rio Iguaçu, um conjunto de 275 quedas d´água que chegam a 90 metros, os turistas encantam-se não somente com o visual, mas com as diversas maneiras de apreciá-lo. Dentro do Parque Nacional, tombado como Patrimônio da Humanidade, as opções são os mirantes e as passarelas. Nos arredores, há passeios de barco e helicóptero, caminhadas e rafting, sempre com as cataratas como pano de fundo. Parte da reserva pertence à Argentina e vale a pena cruzar a fronteira para descobrir os encantos do lado dos hermanos – é lá que fica a Garganta do Diabo, um dos saltos mais impressionantes.

O país vizinho abriga também o cassino mais badalado da área, o Casino Iguazú, com roletas, caça-níqueis, poker… caso a sorte esteja a favor, guarde uns trocados para gastar em compras na paraguaia Ciudad del Este, logo após a Ponte da Amizade. Artigos como perfumes e bebidas saem a preços em conta e podem ser adquiridos em dólar ou real.

De volta à Foz, o passeio só fica completo com uma visita à Usina Hidrelétrica de Itaipu, com tour técnico que leva às turbinas. Com tanta água nos arredores, a cozinha típica da região só poderia ser à base de peixes. Não volte sem experimentar o Pirá de Foz, preparado com os saborosos dourado e surubim, abundantes no rio Paraná.

[Fonte: Férias Brasil]

[Turismo] Belas Praias em Matinhos – PR

Belas Praias em Matinhos – PR

A cidade de Matinhos fica no litoral do estado do Paraná, a 110km da capital Curitiba. Possui 36 balneários ao longo de sua costa, começando no Balneário Jardim Monções, onde faz divisa com o município de Pontal do Paraná, e chegando até o famoso Balneário de Caiobá. No total, são cerca de 17km de praias. A área do município também abriga nove diferentes rios: da Draga, Matinhos, da Onça, Canal da Lagoa Amarela, Indaial, Novo, Cambará, do Meio e Cachoeirinha. Conta ainda com os morros Cabaraquara, Escalvado, Canela, Bico Torto, Taguá, Pedra Branca, Batatal e do Boi. Todos ótimos locais para quem gosta de manter contato direto com a natureza. Entre os atrativos mais procurados em Matinhos está o Balneário de Caiobá. Ali, as praias Mansa, Bela, Brava e dos Amores figuram entre as preferidas, com belas paisagens e deliciosos banhos de mar. A Ilha da Tartaruga ou do Farol também faz sucesso entre os visitantes. Para completar o passeio, uma ótima opção é visitar o Museu Ecológico João José Bigarella, que fica no centro da cidade e apresenta em seu acervo coleções de corais, minerais, crustáceos e conchas, além de outras raridades. Se ainda sobrar disposição, a dica é visitar o Parque Estadual do Rio da Onça, que conta com um Centro de Visitantes e trilhas de fácil acesso, em meio a formações de restinga, capoeira e caxetais.

[Fonte: Brazil Tour]

[Turismo] Cachoeiras, Trilhas e Praias. Guaraqueçaba – PR

A cidadezinha paranaense fica quase na divisa com o estado de São Paulo, às margens da baía de Paranaguá. Rodeada por reservas de mata Atlântica, tem cachoeiras, trilhas e quilômetros de praias. Para completar o ambiente, golfinhos costumam dar o ar da graça no início da manhã e no fim da tarde – para avistá-los, basta sentar nos banquinhos da praça principal.

Guaraqueçaba é ainda o ponto de embarque para o Parque Nacional do Superagui, uma área de 45 mil hectares que engloba as ilhas de Superagui, das Peças, do Pinheiro e do Pinheirinho. Os passeios de barco levam às praias onde as principais atrações são os animais ameaçados de extinção, como o papagaio-da-cara-roxa e o mico-leão-da-cara-preta.

Também marcam presença as aves marinhas, como o biguá, a fragata e a garça branca. Para quem pretende pernoitar na área, a vila de pescadores da praia Deserta oferece pequenas pousadas rústicas e restaurantes.

De volta à terra firme, inclua no roteiro uma visita à Reserva Natural Salto Morato, que abriga uma cachoeira de 130 metros de queda. O acesso à cascata é por trilha de nível leve e há poços naturais para banhos. Fácil também é enfrentar a Trilha do Quitumbê, de 800 metros e que termina em um mirante com vista panorâmica da cidade e da baía.

[Turismo] Águas Claras em Bombinhas – SC

Bombinhas garante vida mansa para famílias e mergulhadores no litoral de Santa Catarina

Bombinhas é daquelas cidadezinhas calmas de Santa Catarina que cresceram na beira do mar. Aliás, até o mar é calmo. A península recortada forma mais de 20 praias, sendo que as mais procuradas pelas famílias com crianças são aquelas em que as ondas batem de mansinho, a areia é fofa e clara, a pousada fica logo ali, os restaurantes estão entre uma lojinha de artesanato e outra, tudo lá na avenida: são as praias de Bombas e Bombinhas. Outras menos movimentadas -e também muito charmosas- são Mariscal, Canto Grande e Zimbros.

A moçada corre para Quatro Ilhas, onde o sol se põe no mar e as melhores ondas formam-se para os surfistas. E quem gosta de trilhas faz caminhadas entre morros e praias que duram o dia todo. A duas horas de barco, no trecho entre Bombinhas e Florianópolis, mergulhadores encontram diversão na Ilha do Arvoredo. O melhor ponto de mergulho do sul do país é cercado de vida marinha e águas claras por todos os lados -principalmente no verão, já que no inverno o vento pode deixar o mar turvo e perigoso.

A história se repete a cada verão: argentinos, gaúchos e paranaense lotam hotéis e pousadas com seus sotaques. E aquela cidade pacata tem até trânsito nas avenidas principais, paralelas ao mar (Vereador Manuel José dos Santos e Leopoldo Zarling), e é difícil encontrar um lugar para estender a canga.

Bombinhas ganha das vizinhas catarinenses no quesito “acesso”. Fica 70 km ao norte de Florianópolis pela BR-101 (estrada que cruza SC pelo litoral de norte ao sul), próximo a Balneário Camboriú e Penha. E, o melhor: a rodovia já foi duplicada neste trecho -o contrário acontece ao sul de Floripa, onde ficam as Praias do Rosa e Garopaba.

Quem já sabe destas qualidades e está hospedado em outra cidade passa o dia em Bombinhas e vai embora no fim da tarde – é por isso que a entrada da cidade fica congestionada nos horários em que o dia começa e termina.

Na costa de Bombinhas, principalmente na praia do Mariscal, é forte o cultivo de mariscos e ostras -esbalde-se nos restaurantes. Quando o frio chega, os turistas vão embora, a cidade pára, e quem corre para a beira do mar são os pescadores. De maio a agosto, época da tainha, é hora de observar o mar, esperar o cardume chegar e jogar as redes de pesca. É quando os restaurantes servem pratos deliciosos e frescos do peixe assado, às vezes recheado de ovas, às vezes escalado (salgado e assado), para delírio dos corajosos que enfrentam o vento e o frio do litoral para esperar a tainha que vem do sul procurando águas mais quentes.

Como Bombinhas não fica na Bahia nem no Ceará, onde o Sol brilha em qualquer época do ano, acompanhe a previsão do tempo e saiba que o outono e o inverno costumam respeitar o calendário -e céu nublado não é lá tão fotogênico. Muitas pousadas e restaurantes até fecham nestes meses. A alta temporada, a dos preços altos e sol certeiro, é bem definida: verão. As diárias caem bastante antes do Ano Novo e depois do Carnaval -e o calor ainda reina.

[Turismo] Beleza Natural em Praia do Rosa – SC

Beleza natural e baleias franca fazem da Praia do Rosa destino de encher os olhos

Ver baleias franca de perto pode ser uma experiência transformadora. Existe uma grandeza singular no jeito que elas se movimentam, brincam, saltam. E uma audácia ainda maior na sobrevivência da espécie a séculos de caça às baleias. Quem vê tem certeza de estar diante de seres superiores da natureza. As baleias franca austrais migram da Antártida para a Argentina, para o sudoeste da costa africana, para Austrália e Nova Zelândia, e também, que sorte, para o sul do Brasil, para Santa Catarina, onde literalmente convivem com moradores e turistas, de julho a novembro.

A Praia do Rosa, no município de Imbituba, 80 km ao sul de Florianópolis, é o principal destino turístico para a observação de baleias franca no país. O balneário tem farta estrutura de hospedagem e acesso fácil para outras praias onde os mamíferos gigantes são avistados com freqüência, como Ibiraquera. No Rosa, é possível ver baleias desde os chalés de algumas pousadas, como as localizadas no Caminho do Alto do Morro, ou a qualquer hora do dia, na beira da praia.

No Brasil, a caça às baleias é proibida por lei federal desde 1987. Sete anos depois, o governo de Santa Catarina declarou a baleia franca como Monumento Natural do Estado e, em 2000, foi criada por decreto a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. A APA abrange cerca de 130 km de costa, praias e lagoas, desde o sul de Florianópolis até o balneário de Rincão.

Com este entorno receptivo à reprodução dos mamíferos, sem trânsito de grandes embarcações ou poluição sonora, a presença de baleias franca no país vem crescendo a cada temporada. Em setembro de 2008, pesquisadores em vôo de helicóptero contabilizaram 156 baleias franca no sul do Brasil, a maioria delas em Santa Catarina. Em toda a costa da América do Norte, o número de baleias franca boreais, ameaçadas de extinção, não passa de 400.
Os turistas não precisam sobrevoar os mares e podem enxergar várias baleias por dia de duas formas, de julho a novembro: desde as praias como Rosa e Ibiraquera, onde elas circulam em águas rasas, a apenas 50 m ou 100 m da orla, ou fazendo a observação embarcada, em botes especiais que partem da Praia do Porto e se dirigem a áreas com grande concentração de baleias, em alto mar.

As viagens de bote se realizam desde 1998 e são seguras, cheias de adrenalina, mais uma aventura do que um plácido passeio. O bote sacoleja muito e fica difícil fotografar. Dica: é melhor filmar, para garantir alguma imagem completa. O biólogo da tripulação registra cada baleia avistada e vai explicando o comportamento dos animais. Os filhotes, por exemplo, batem com a cabeça no corpo da mãe pedindo para mamar, e a fêmea expele dezenas de litros de leite na água, um líquido quente e espesso. As baleias que viajaram milhares de quilômetros para dar a luz estão sempre na cola dos bebês de quatro toneladas, impedindo que eles se percam. Usam a comunicação sonora e são capazes de gestos de extrema ternura, como boiar de barriga para cima carregando o filhote no corpo, mexendo as nadadeiras peitorais como quem passa a mão no dorso do bicho.

Um salto de baleia franca é uma imagem próxima do sobrenatural. Não há guindastes em alto mar, nem motores envolvidos na operação, e de repente um corpão de 40 toneladas vem do fundo e se ergue, por vezes de costas, o que configura um salto mortal. Os machos em busca de acasalamento chegam a fazer isso repetidas vezes quando há fêmeas nas redondezas, para impressioná-las com sua força e agilidade. Não deve ser fácil seduzir uma baleia.

Encerrada a temporada anual dos cetáceos, no inverno e na primavera, as estrelas da Praia do Rosa voltam a ser os surfistas, as namoradas dos surfistas, as pranchas dos surfistas e a geografia especial do balneário, considerado uma das 30 baías mais belas do mundo.

Dependendo da localização da hospedagem, caminhar até a praia significa percorrer trilhas de mata nativa, coloridas por jardins floridos, morro acima e morro abaixo, e ainda atravessar uma lagoa de canoa. Grande parte das estradas e ruelas não tem calçamento. Quando chove, a lama toma conta, as pedras deslizam, e caminhar à noite até um restaurante deixa o visitante se sentindo um desbravador. Lanternas são tão essenciais quanto binóculos para enxergar baleias.

O conforto rústico-chique do Rosa se revela nas suas pousadas e no aconchego de vários de seus restaurantes, uns com vista para o pôr-do-sol nas montanhas, outros com janelões abertos para as baleias brincando nas ondas. Das sofisticadas às simples, as hospedagens integram a arquitetura à natureza, e em lugares assim o primeiro impulso é abrir as cortinas para que o verde das árvores entre logo no quarto.

Bucólica, a paisagem preserva inesperados retratos da zona rural, com bezerros e bovinos de grande porte pastando no quintal das casas ou na beira das lagoas. As lagoas, aliás, algumas a poucos passos do mar, são outra face da Praia do Rosa a encher os olhos dos turistas. E a presenteá-los como lugar do banho das crianças ou de exibições de kitesurfistas e windurfistas.

As baleias, aquelas fofas, não vêm no verão, quando a alta temporada lota as praias de corpos bronzeados e a vida noturna passa a existir. O inverno registra as baixas temperaturas tradicionais dos Estados sulistas, os nativos circulam de ponchos, e nessa época a Praia do Rosa fica meio deserta, mesmo nos finais de semana. O calor possível vem da visão das baleias franca. Pergunte a um morador por que razão as baleias fazem piruetas, e quem as vê todos os dias, há anos, tem a resposta pronta: ‘Porque elas são felizes aqui’.

[Turismo] Belas Trilhas na Serra Catarinense – SC

Repleta de araucárias e belas trilhas, a Serra Catarinense é uma das regiões mais frias do país

A Serra Catarinense nunca desaponta quem se dispõe a desbravá-la. Cada canto dos municípios que a compõem – São Joaquim, Urubici, Lages e Bom Jardim da Serra são os principais destinos turísticos – tem um cânion espetacular, uma trilha cuja beleza renova o fôlego, um hotel-fazenda de luxo, um rio cristalino e gelado que dá voltas na paisagem de araucárias. Na parte sudoeste de Santa Catarina, já na fronteira com o Rio Grande do Sul, a Serra Catarinense é a região mais fria do Brasil e uma das mais bonitas em termos de relevo, de esculturas monumentais da natureza.

A estrada que literalmente rasga as encostas pedregosas da Serra do Rio do Rastro pode ser um primeiro convite ao êxtase para quem está chegando. No pé da serra está a cidade de Lauro Müller e, no topo, Bom Jardim da Serra, a 1.245 m de altitude, parada para o principal mirante, cercado de lanchonetes e lojas de comidas típicas e artesanato. Do alto, de dia ou de noite, quando é bastante iluminada, por segurança e pelo status de atração turística, a Serra do Rio do Rastro exibe as curvas fechadas que vão como que separando o paredão verde em diferentes andares. Dos 12 km do trecho principal da SC-438, sete são de concreto com groving, semelhante às pistas de aeroportos: as ranhuras impedem que a água (das montanhas, da chuva ou do sereno) se acumule na pista. Com o frio extremo da região, água na pista vira gelo.

Subir ou descer de automóvel esta estrada tão sinuosa e cinematográfica dá a sensação de estar sendo abraçado pelo relevo, tamanha é a proximidade da rodovia com a vegetação e as rochas escuras, basálticas da Serra, cobertas de liquens. Parte do que se vê ao redor integra o Parque Nacional de São Joaquim, criado em 1961, onde estão dois cartões-postais: o Morro da Igreja, a 1.822 metros de altitude, e o cânion da Pedra Furada, outra escultura natural para admirar de longe ou de perto, já que o trekking por montanhas e vales está entre as principais atividades de lazer da região serrana. A cena triste no principal mirante fica por conta dos quatis sendo entupidos de salgadinhos pelos turistas, ansiosos em fotografá-los de perto. Um guarda florestal impediria a alimentação irregular de animais selvagens, mas não existe nenhum, nem nos finais de semana, dias de maior movimento.

As cidades da Serra Catarinense têm atrações distintas. De São Joaquim, por exemplo, a cada inverno, partem as principais imagens para as TVs do país de árvores e campos cobertos de gelo ou geada e, eventualmente, cenas de flocos de neve fazendo moradores e turistas darem pulos de felicidade. A cidade também é sede do parque Snow Valley e de vinícolas como a Villa Francioni, que oferece visitas guiadas. Sabe-se que é mais frequente nevar em São Joaquim do que na vizinha Urubici, a 59 km de distância, porque Urubici está num vale cercado de montanhas.

Igualmente fria no outono e no inverno, Urubici ficou mais conhecida pela beleza de suas cachoeiras, como a do Avencal e do Véu de Noiva, e pela fartura de opções em turismo de aventura. Tem rapel, tirolesa, voo livre e trilhas de vários níveis de dificuldade, desde as fáceis, para crianças e adultos, como a que conduz ao topo do Morro do Campestre, com vista panorâmica do vale do rio Canoas. Acredita-se que a grande pedra fendida ali foi observatório indígena, séculos atrás. Na língua da tribo xokleng, Urubici significa “pássaro brilhante”.

Pioneira no turismo rural, Lages, a 80 km de São Joaquim, é a maior cidade da região serrana catarinense, com cerca de 162.000 habitantes. Ali ganham destaque as cavalgadas e os shows de música e dança semelhantes às tradições gaúchas dos vizinhos do Sul do país. Lages conta com um parque de aventura de múltiplas atividades, o Adventure Park (tem tirolesa, quadriciclo, escalada, arvorismo, rapel, trekking etc.) e com hotéis-fazenda que oferecem desde as primeiras aulas de passo e trote no lombo de um cavalo manso até o conforto de piscinas térmicas, jacuzzis e ofurôs em cabanas românticas na beira do lago.

Quem se hospeda em Bom Jardim da Serra tem na vizinhança um dos melhores mirantes para a Serra do Rio do Rastro e a proximidade de cânions como o das Laranjeiras, do Funil, do Ronda e do Morro dos Cabritos. As caminhadas ou cavalgadas com guias pelas bordas dos cânions são oferecidas por hospedagens como o Rio do Rastro Eco Resort, que integra a associação Roteiros de Charme. Ali o turismo rural das botas enlameadas combina perfeitamente com o espumante rosé servido ao pôr-do-sol, no alto do morro ou diante do lago, para os casais em lua-de-mel. Viajantes desacompanhados também podem se servir de champanhe, vinho, cerveja, chocolate quente, café, sucos, refrigerantes ou caipirinhas no restaurante, no centro de convivência (com jacuzzi e piscina térmica) ou no aconchego dos chalés. Nos privilegiados mirantes do resort, o pôr-do-sol é para todos.

A unir as experiências nas diferentes cidades está a onipresença das araucárias, árvore símbolo da Região Sul, os efeitos sonoros das gralhas-azuis e a comida farta, cheia de proteínas e calorias, que caracteriza a rotina das baixas temperaturas. A peça de resistência da culinária local é justamente a semente das araucárias, o pinhão, servido quentinho a qualquer hora do dia. Nas churrascarias, a estrela é a carne tipo frescal, mais suculenta, preparada em várias etapas. Rios e lagos são fontes permanentes de trutas. Os cafés coloniais trazem tortas e outros quitutes de maçã, rosquinhas de coalhada, salames e queijos. Um suvenir curioso é o salame com um metro de comprimento. E duas celebrações gastronômicas importantes são a Festa da Maçã, em São Joaquim, e a Festa do Pinhão, em Lages.

Prepare-se para frio intenso em junho, julho e agosto, frio de escutar os dentes batendo, com temperaturas próximas ou abaixo de 0° C. As noites e madrugadas são congelantes, e para tornar a estadia confortável, as hospedagens dispõem de lareiras, calefação, lençóis térmicos e até pisos aquecidos. No inverno a cor branca se acentua na paisagem, na geada, na névoa, na lenta evaporação do sereno aos primeiros raios de sol. Os meses de primavera, verão e outono se tornam mais agradáveis para aproveitar as trilhas e os passeios por lagos e rios da região. Em qualquer mês do ano, a Serra do Rio do Rastro e a Serra do Corvo Branco estarão lá, incólumes, magníficas, a lembrar os visitantes dos tesouros ainda desconhecidos do Sul do mundo.

[Fonte: UOL Viagem]