[Turismo] Beleza Natural em Praia do Rosa – SC

Beleza natural e baleias franca fazem da Praia do Rosa destino de encher os olhos

Ver baleias franca de perto pode ser uma experiência transformadora. Existe uma grandeza singular no jeito que elas se movimentam, brincam, saltam. E uma audácia ainda maior na sobrevivência da espécie a séculos de caça às baleias. Quem vê tem certeza de estar diante de seres superiores da natureza. As baleias franca austrais migram da Antártida para a Argentina, para o sudoeste da costa africana, para Austrália e Nova Zelândia, e também, que sorte, para o sul do Brasil, para Santa Catarina, onde literalmente convivem com moradores e turistas, de julho a novembro.

A Praia do Rosa, no município de Imbituba, 80 km ao sul de Florianópolis, é o principal destino turístico para a observação de baleias franca no país. O balneário tem farta estrutura de hospedagem e acesso fácil para outras praias onde os mamíferos gigantes são avistados com freqüência, como Ibiraquera. No Rosa, é possível ver baleias desde os chalés de algumas pousadas, como as localizadas no Caminho do Alto do Morro, ou a qualquer hora do dia, na beira da praia.

No Brasil, a caça às baleias é proibida por lei federal desde 1987. Sete anos depois, o governo de Santa Catarina declarou a baleia franca como Monumento Natural do Estado e, em 2000, foi criada por decreto a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. A APA abrange cerca de 130 km de costa, praias e lagoas, desde o sul de Florianópolis até o balneário de Rincão.

Com este entorno receptivo à reprodução dos mamíferos, sem trânsito de grandes embarcações ou poluição sonora, a presença de baleias franca no país vem crescendo a cada temporada. Em setembro de 2008, pesquisadores em vôo de helicóptero contabilizaram 156 baleias franca no sul do Brasil, a maioria delas em Santa Catarina. Em toda a costa da América do Norte, o número de baleias franca boreais, ameaçadas de extinção, não passa de 400.
Os turistas não precisam sobrevoar os mares e podem enxergar várias baleias por dia de duas formas, de julho a novembro: desde as praias como Rosa e Ibiraquera, onde elas circulam em águas rasas, a apenas 50 m ou 100 m da orla, ou fazendo a observação embarcada, em botes especiais que partem da Praia do Porto e se dirigem a áreas com grande concentração de baleias, em alto mar.

As viagens de bote se realizam desde 1998 e são seguras, cheias de adrenalina, mais uma aventura do que um plácido passeio. O bote sacoleja muito e fica difícil fotografar. Dica: é melhor filmar, para garantir alguma imagem completa. O biólogo da tripulação registra cada baleia avistada e vai explicando o comportamento dos animais. Os filhotes, por exemplo, batem com a cabeça no corpo da mãe pedindo para mamar, e a fêmea expele dezenas de litros de leite na água, um líquido quente e espesso. As baleias que viajaram milhares de quilômetros para dar a luz estão sempre na cola dos bebês de quatro toneladas, impedindo que eles se percam. Usam a comunicação sonora e são capazes de gestos de extrema ternura, como boiar de barriga para cima carregando o filhote no corpo, mexendo as nadadeiras peitorais como quem passa a mão no dorso do bicho.

Um salto de baleia franca é uma imagem próxima do sobrenatural. Não há guindastes em alto mar, nem motores envolvidos na operação, e de repente um corpão de 40 toneladas vem do fundo e se ergue, por vezes de costas, o que configura um salto mortal. Os machos em busca de acasalamento chegam a fazer isso repetidas vezes quando há fêmeas nas redondezas, para impressioná-las com sua força e agilidade. Não deve ser fácil seduzir uma baleia.

Encerrada a temporada anual dos cetáceos, no inverno e na primavera, as estrelas da Praia do Rosa voltam a ser os surfistas, as namoradas dos surfistas, as pranchas dos surfistas e a geografia especial do balneário, considerado uma das 30 baías mais belas do mundo.

Dependendo da localização da hospedagem, caminhar até a praia significa percorrer trilhas de mata nativa, coloridas por jardins floridos, morro acima e morro abaixo, e ainda atravessar uma lagoa de canoa. Grande parte das estradas e ruelas não tem calçamento. Quando chove, a lama toma conta, as pedras deslizam, e caminhar à noite até um restaurante deixa o visitante se sentindo um desbravador. Lanternas são tão essenciais quanto binóculos para enxergar baleias.

O conforto rústico-chique do Rosa se revela nas suas pousadas e no aconchego de vários de seus restaurantes, uns com vista para o pôr-do-sol nas montanhas, outros com janelões abertos para as baleias brincando nas ondas. Das sofisticadas às simples, as hospedagens integram a arquitetura à natureza, e em lugares assim o primeiro impulso é abrir as cortinas para que o verde das árvores entre logo no quarto.

Bucólica, a paisagem preserva inesperados retratos da zona rural, com bezerros e bovinos de grande porte pastando no quintal das casas ou na beira das lagoas. As lagoas, aliás, algumas a poucos passos do mar, são outra face da Praia do Rosa a encher os olhos dos turistas. E a presenteá-los como lugar do banho das crianças ou de exibições de kitesurfistas e windurfistas.

As baleias, aquelas fofas, não vêm no verão, quando a alta temporada lota as praias de corpos bronzeados e a vida noturna passa a existir. O inverno registra as baixas temperaturas tradicionais dos Estados sulistas, os nativos circulam de ponchos, e nessa época a Praia do Rosa fica meio deserta, mesmo nos finais de semana. O calor possível vem da visão das baleias franca. Pergunte a um morador por que razão as baleias fazem piruetas, e quem as vê todos os dias, há anos, tem a resposta pronta: ‘Porque elas são felizes aqui’.

[Praias] Paraíso com o Clima Quente e Úmido

Principal cidade da Costa do Cacau, Ilhéus revela belezas raras

Principal cidade da Costa do Cacau, Ilhéus revela belezas raras: areias brancas, rodeadas por extensos coqueirais e cercadas por um mar azul esverdeado. Ao longo da orla central, os inúmeros ilhéus fluviais e marítimos justificam o nome da cidade. A baía é ótima para a prática de esportes náuticos, como windsurfe, laser, hobby-cat e caiaques. Rios, lagoas e cachoeiras permeiam a Mata Atlântica preservada, habitat de espécies raras como o mico-leão-dourado, tornando ainda mais bela essa cidade marcada pelos anos áureos da cultura do cacau. A história da cidade se confunde com a própria história da economia brasileira no século XIV, quando a matéria-prima do chocolate liderava as exportações do País. A cidade de Ilhéus abrigava o principal porto de escoamento da produção e fervilhava de pessoas, dinheiro, luxo e riqueza. O intenso intercâmbio com a Europa transformou a cidade em um verdadeiro caldeirão cultural, retratado pela prosa do célebre escritor Jorge Amado em seus vários romances, traduzidos para diversas línguas. Toda a opulência dos anos majestosos do “ouro negro” ainda hoje é percebida na arquitetura local, com suas ruas e praças de paralelepípedo, casarões e bares, como o Vesúvio, cenário do romance “Gabriela, Cravo e Canela”, onde, outrora, coronéis e intelectuais se reuniam. As belezas naturais e a magia de São Jorge dos Ilhéus, como era inicialmente chamado, foram ingredientes fundamentais para consolidar o principal pólo turístico da Costa do Cacau e o terceiro da Bahia – depois de Salvador e Porto Seguro. Atualmente, a cidade recebe por ano uma média de 220 mil visitantes, contando com excelente infra-estrutura de apoio, dezenas de hotéis e pousadas, um moderno aeroporto e o Porto Internacional do Malhado, que avança majestoso pelo mar aberto, como um grande braço de pedra com quase 1,5km de extensão.

[fonte: Embratur]

[Paraíso] Arquipélago de Fernando de Noronha / PE

Fernando de Noronha

Repleta de praias paradisíacas, flora e fauna riquíssimas e paisagens sem igual, Fernando de Noronha está no topo da lista dos locais mais visitados e admirados por turistas do Brasil e de todo o mundo. As boas condições ambientais do arquipélago atraíram a atenção de ambientalistas de todo o planeta, fazendo com que o local recebesse o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, concedido pela Unesco, em 2002.
O Arquipélago foi descrito pela primeira vez em meados de 1503, por Américo Vespúcio. Foi invadido por franceses e holandeses, e os portugueses, enfim, tomaram posse. Vários sítios históricos guardam resquícios dos últimos colonizadores: Vila dos Remédios, Vila da Quixaba, Parque de Sant’Ana e as ruínas dos Fortes de São Pedro do Boldró, de Sto. Antônio, de N.Sª da Conceição.
Com 21 ilhas, Fernando de Noronha ocupa uma área de 26 km². A ilha principal, de mesmo nome, é a única habitada, e a maior de todas – possui 17 km². Parte dela é o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, considerado Área de Proteção Ambiental (APA) desde 1988, com cerca de 8 km².
O objetivo deste parque é proteger fauna, flora e demais recursos naturais. Nele estão incluídas todas as ilhas secundárias. Sua extensão total é de 112,7 km², e o perímetro, de 60 km. Possui cinco trilhas definidas que podem ser visitadas com autorização prévia do IBAMA.
No Arquipélago vive uma população de aproximadamente 2.100 habitantes. O turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado entre homem e natureza em um dos santuários ecológicos mais importantes do mundo.
Noronha conta com uma boa infra-estrutura para atender o turista: agência bancária, delegacia, correios, informações turísticas, hospital, acesso a Internet, polícia militar, porto, informações meteorológicas, hotéis e pousadas. Em algumas das estadas, você convive diretamente com os habitantes locais, que transformaram suas casas simples em hospedarias familiares ou em charmosas pousadas. Flora
A vegetação predominante em Fernando de Noronha é composta por espécies típicas do agreste nordestino, que perdem sua folhagem na estação seca. Em geral, apresenta árvores nas áreas mais elevadas e arbustos nas superfícies mais planas. No período de março a julho, a vegetação fica mais exuberante, porém a possibilidade de chuvas aumenta consideravelmente. Fauna
Em Fernando de Noronha há inúmeras piscinas naturais que permitem o contato direto com a variada e exótica fauna marinha do local. As águas das ilhas estão repletas de peixes, esponjas, algas, moluscos e corais, entre eles o mais abundante no arquipélago, o Montastrea cavernosa.
No mirante da Baía dos Golfinhos, os golfinhos-rotadores podem ser observados em seu ambiente natural. Um dos espetáculos mais bonitos da ilha acontece diariamente, ao nascer do sol, quando grupos de golfinhos se deslocam para o interior da baía, uma área de águas calmas e protegidas.
As tartarugas marinhas também são observadas a partir de novembro, agrupadas na superfície da água, quando os machos adultos disputam as fêmeas, dando início ao período de reprodução dessa espécie no arquipélago. O Centro Nacional de Conservação e Manejo das Tartarugas Marinhas – mais conhecido como Projeto TAMAR/IBAMA – zela desde 1984 pelas fêmeas, ovos e ambientes de reprodução e avalia as suas populações. Esses animais são protegidos por Decreto-Lei que estabelece a proibição da captura, da pesca e do molestamento de todas as espécies de quelônios em águas brasileiras.
O arquipélago conta ainda com espécies endêmicas, animais trazidos pelo homem e, também, animais migratórios.

[Fonte: Portal Brasileiro do Turismo]

[Lazer] Marataízes / ES

Marataízes – ES

Lagoa do Sirí, Marataízes - ES

Em Marataízes você se perde na Beleza

Praias e lagoas emolduram Marataízes, concorrido destino capixaba quando chegam as férias escolares. Freqüentada por famílias, a cidade oferece 25 quilômetros de orla com águas mansas e muitos trechos desertos – é o caso das praias do sul, como Cações, Boa Vista e Marobá, acessíveis por estrada de terra.

Quem procura um pouco de agito e atividades à beira-mar também encontra sua praia. Na Barra, as ondas são ideais para o surf, sem contar os quiosques que atraem a turma jovem. Já a movimentada praia das Neves oferece redes de vôlei e guarda-sóis de sapé na areia e um calçadão perfeito para caminhadas. Um bom programa para o dia inteiro é a Lagoa do Siri, com boa estrutura de barracas e aluguel de caiaque e pedalinho.

Os frutos do mar fresquíssimos também fazem parte dos atrativos de Marataízes. Nos muitos restaurantes e quiosques da orla central, as delícias chegam às mesas em forma de moqueca ou jambalaia – o prato típico é inspirado no risoto de camarão e incrementado com queijo gratinado.

[Férias: Férias Brasil]

[Natureza] Barra de São Miguel / AL

Conheça a Beleza da Barra de São Miguel

Praia do Gunga tem trechos de burburinho e uns de pura paz

Não são poucos os turistas que conhecem Barra de São Miguel somente como ponto de embarque para a praia do Gunga. O que eles não sabem é que a pequenina cidade abriga um dos balneários preferidos da elite alagoana, com uma bela praia de piscinas naturais na maré baixa e ondas fortes na alta. As boas formações, aliás, fazem de São Miguel cenário constante de campeonatos regionais de surf.

Um dos passeios mais concorridos é o de barco, que leva à praia do Gunga e à lagoa do Roteiro, passando por ilhotas, manguezais e barreiras de recifes. Gunga, um dos cartões-postais de Alagoas salpicado de coqueirais e areias finas, fica na área de uma fazenda de coco, no encontro do mar com a lagoa. Muitos barzinhos espalham-se pela orla – na alta estação, costumam lotar com as excursões vindas de Maceió. Neste caso, basta caminhar um pouco para encontrar uma faixa de areia quase vazia.

Também na praia de São Miguel é comum a presença de ônibus fretados nos finais de semana. A turma toma conta da área que concentra os bares e os quiosques. Para fugir do burburinho, siga para o trecho em frente às mansões, que é menos concorrido.

[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Porto Seguro, BA

Porto Seguro - BA

Porto Seguro - BA

Praia do Espelho

Considerada uma das praias mais belas do Litoral Brasileiro, a Praia do Espelho, localizada nas proximidades de Porto Seguro, é de fato um paraíso ecológico, com águas calmas, recifes e piscinas naturais, areia branca e coqueirais.
Freqüentada por poucos, a Praia do Espelho é envolvida por um clima de paz e tranqüilidade, apesar de oferecer uma charmosa e eficiente estrutura hoteleira e gastronômica.