[Turismo] O Surf Em Alta. Conheça Florianópolis – SC

O Surf Em Alta. Conheça Florianópolis – SC

O título de Ilha da Magia atribuído à Florianópolis faz cada vez mais sentido. Capaz de reunir natureza e patrimônio histórico preservados com infra-estrutura de cidade grande, a capital enfeitiça tanto os turistas que muitos acabam voltando… para ficar. São apenas 436,5 quilômetros quadrados, porém, capazes de abrigar praias paradisíacas, lagoas, dunas, trilhas em meio à Mata Atlântica, casario colonial, sítios arqueológicos, gente bonita e gastronomia de primeira. Haja encantos!

Surf: Surfistas fazem a festa nas boas ondas da Joaquina

Surf: Surfistas fazem a festa nas boas ondas da Joaquina

Os grandes atrativos de Floripa são as praias que dizem, chegam a cem. Em cada região, uma peculiaridade – no Leste, onde estão Mole e Joaquina, o surf e a paquera são as marcas registradas. Ao Norte, o mar calmo de Jurerê, Canasvieiras e Ingleses atrai famílias e argentinos. Já as praias do Sul são as mais rústicas e têm como cartão-postal a intocada Lagoinha do Leste. No quesito esportes, a ilha não é privilégio exclusivo dos surfistas. Generosa, incentiva à prática de muitos atividades dentro e fora d´água, como sandboard – descida de dunas em prancha de madeira -, wind e kitesurf, parapente e trekking.

Colonizada por imigrantes açorianos, a capital mantém em suas pequenas vilas as manifestações culturais e religiosas trazidas pelos portugueses. Nos povoados de Ribeirão da Ilha e de Santo Antônio de Lisboa as heranças estão preservadas ainda na arquitetura, no artesanato em cerâmica e renda e na culinária, à base de ostras produzidas na região. Falando em frutos do mar, eles chegam fresquinhos também às mesas dos restaurantes espalhados pela Lagoa da Conceição, no Centro da ilha. Por lá, concentram-se também a maioria dos bares, boates e cafés, garantindo burburinho e agito noturno o ano inteiro.

[Fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Florianópolis / SC

Nas praias do Leste, onde estão Mole e Joaquina, o surf e a paquera rolam soltos

O título de Ilha da Magia atribuído à Florianópolis faz cada vez mais sentido. Capaz de reunir natureza e patrimônio histórico preservados com infra-estrutura de cidade grande, a capital enfeitiça tanto os turistas que muitos acabam voltando… para ficar. São apenas 436,5 quilômetros quadrados, porém, capazes de abrigar praias paradisíacas, lagoas, dunas, trilhas em meio à Mata Atlântica, casario colonial, sítios arqueológicos, gente bonita e gastronomia de primeira. Haja encantos!

Os grandes atrativos de Floripa são as praias que dizem, chegam a cem. Em cada região, uma peculiaridade – no Leste, onde estão Mole e Joaquina, o surf e a paquera são as marcas registradas. Ao Norte, o mar calmo de Jurerê, Canasvieiras e Ingleses atrai famílias e argentinos. Já as praias do Sul são as mais rústicas e têm como cartão-postal a intocada Lagoinha do Leste. No quesito esportes, a ilha não é privilégio exclusivo dos surfistas. Generosa, incentiva à prática de muitos atividades dentro e fora d´água, como sandboard – descida de dunas em prancha de madeira -, wind e kitesurf, parapente e trekking.

Colonizada por imigrantes açorianos, a capital mantém em suas pequenas vilas as manifestações culturais e religiosas trazidas pelos portugueses. Nos povoados de Ribeirão da Ilha e de Santo Antônio de Lisboa as heranças estão preservadas ainda na arquitetura, no artesanato em cerâmica e renda e na culinária, à base de ostras produzidas na região. Falando em frutos do mar, eles chegam fresquinhos também às mesas dos restaurantes espalhados pela Lagoa da Conceição, no Centro da ilha. Por lá, concentram-se também a maioria dos bares, boates e cafés, garantindo burburinho e agito noturno o ano inteiro.

[fonte: Férias Brasil]

Mural CMMC – Praia do Rosa

Praia do Rosa - SC

Praia do Rosa - SC

Beleza natural e baleias franca fazem da Praia do Rosa destino de encher os olhos

Ver baleias franca de perto pode ser uma experiência transformadora. Existe uma grandeza singular no jeito que elas se movimentam, brincam, saltam. E uma audácia ainda maior na sobrevivência da espécie a séculos de caça às baleias. Quem vê tem certeza de estar diante de seres superiores da natureza. As baleias franca austrais migram da Antártida para a Argentina, para o sudoeste da costa africana, para Austrália e Nova Zelândia, e também, que sorte, para o sul do Brasil, para Santa Catarina, onde literalmente convivem com moradores e turistas, de julho a novembro.

A Praia do Rosa, no município de Imbituba, 80 km ao sul de Florianópolis, é o principal destino turístico para a observação de baleias franca no país. O balneário tem farta estrutura de hospedagem e acesso fácil para outras praias onde os mamíferos gigantes são avistados com freqüência, como Ibiraquera. No Rosa, é possível ver baleias desde os chalés de algumas pousadas, como as localizadas no Caminho do Alto do Morro, ou a qualquer hora do dia, na beira da praia.

No Brasil, a caça às baleias é proibida por lei federal desde 1987. Sete anos depois, o governo de Santa Catarina declarou a baleia franca como Monumento Natural do Estado e, em 2000, foi criada por decreto a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. A APA abrange cerca de 130 km de costa, praias e lagoas, desde o sul de Florianópolis até o balneário de Rincão.

Com este entorno receptivo à reprodução dos mamíferos, sem trânsito de grandes embarcações ou poluição sonora, a presença de baleias franca no país vem crescendo a cada temporada. Em setembro de 2008, pesquisadores em vôo de helicóptero contabilizaram 156 baleias franca no sul do Brasil, a maioria delas em Santa Catarina. Em toda a costa da América do Norte, o número de baleias franca boreais, ameaçadas de extinção, não passa de 400.

Os turistas não precisam sobrevoar os mares e podem enxergar várias baleias por dia de duas formas, de julho a novembro: desde as praias como Rosa e Ibiraquera, onde elas circulam em águas rasas, a apenas 50 m ou 100 m da orla, ou fazendo a observação embarcada, em botes especiais que partem da Praia do Porto e se dirigem a áreas com grande concentração de baleias, em alto mar.

As viagens de bote se realizam desde 1998 e são seguras, cheias de adrenalina, mais uma aventura do que um plácido passeio. O bote sacoleja muito e fica difícil fotografar. Dica: é melhor filmar, para garantir alguma imagem completa. O biólogo da tripulação registra cada baleia avistada e vai explicando o comportamento dos animais. Os filhotes, por exemplo, batem com a cabeça no corpo da mãe pedindo para mamar, e a fêmea expele dezenas de litros de leite na água, um líquido quente e espesso. As baleias que viajaram milhares de quilômetros para dar a luz estão sempre na cola dos bebês de quatro toneladas, impedindo que eles se percam. Usam a comunicação sonora e são capazes de gestos de extrema ternura, como boiar de barriga para cima carregando o filhote no corpo, mexendo as nadadeiras peitorais como quem passa a mão no dorso do bicho.

Um salto de baleia franca é uma imagem próxima do sobrenatural. Não há guindastes em alto mar, nem motores envolvidos na operação, e de repente um corpão de 40 toneladas vem do fundo e se ergue, por vezes de costas, o que configura um salto mortal. Os machos em busca de acasalamento chegam a fazer isso repetidas vezes quando há fêmeas nas redondezas, para impressioná-las com sua força e agilidade. Não deve ser fácil seduzir uma baleia.

Encerrada a temporada anual dos cetáceos, no inverno e na primavera, as estrelas da Praia do Rosa voltam a ser os surfistas, as namoradas dos surfistas, as pranchas dos surfistas e a geografia especial do balneário, considerado uma das 30 baías mais belas do mundo.

Dependendo da localização da hospedagem, caminhar até a praia significa percorrer trilhas de mata nativa, coloridas por jardins floridos, morro acima e morro abaixo, e ainda atravessar uma lagoa de canoa. Grande parte das estradas e ruelas não tem calçamento. Quando chove, a lama toma conta, as pedras deslizam, e caminhar à noite até um restaurante deixa o visitante se sentindo um desbravador. Lanternas são tão essenciais quanto binóculos para enxergar baleias.

O conforto rústico-chique do Rosa se revela nas suas pousadas e no aconchego de vários de seus restaurantes, uns com vista para o pôr-do-sol nas montanhas, outros com janelões abertos para as baleias brincando nas ondas. Das sofisticadas às simples, as hospedagens integram a arquitetura à natureza, e em lugares assim o primeiro impulso é abrir as cortinas para que o verde das árvores entre logo no quarto.

Bucólica, a paisagem preserva inesperados retratos da zona rural, com bezerros e bovinos de grande porte pastando no quintal das casas ou na beira das lagoas. As lagoas, aliás, algumas a poucos passos do mar, são outra face da Praia do Rosa a encher os olhos dos turistas. E a presenteá-los como lugar do banho das crianças ou de exibições de kitesurfistas e windurfistas.

As baleias, aquelas fofas, não vêm no verão, quando a alta temporada lota as praias de corpos bronzeados e a vida noturna passa a existir. O inverno registra as baixas temperaturas tradicionais dos Estados sulistas, os nativos circulam de ponchos, e nessa época a Praia do Rosa fica meio deserta, mesmo nos finais de semana. O calor possível vem da visão das baleias franca. Pergunte a um morador por que razão as baleias fazem piruetas, e quem as vê todos os dias, há anos, tem a resposta pronta: ‘Porque elas são felizes aqui’.

fonte: UOL – Viagem

Mural CMMC – Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Beleza de Lagoinha do Leste compensa a caminhada

Escondida no sul da ilha de Florianópolis, a Lagoinha do Leste é uma das mais belas praias de Florianópolis. Seu difícil acesso exige uma caminhada que dura mais de uma hora, por matas e trihas. É necessário levar a mochila recheada de comida e de água, já que o local não tem bares nem restaurantes. A primeira parte do caminho sai da praia do Matadeiro. É uma trilha formada por pedras úmidas e mata fechada.

O esforço já é recompensado a partir da segunda parte da trilha, quando começam a surgir algumas das mais belas paisagens da ilha. É possível ver as praias de Morro das Pedras, do Campeche, da Joaquina, a Ilha do Campeche e e até as pontes que ligam a ilha ao continente. O visitante ainda passa por um costão de pedras, de onde é possível perceber a profundidade e a clareza das águas abaixo. Outra atração nesse trecho é a Toca da Baleia, uma caverna na pedra esculpida pelo mar.

Na chegada à praia, os turistas são recebidos por uma bica d’água providencial. Mas o que refresca mesmo é banho de mar. Também é possível relaxar numa lagoa de água salgada, formada entre a vegetação e o mar. Mais dentro na mata, está a Logoinha propriamente dita, em forma de coração.

Mural CMMC – Joaquina, SC

Praia Joaquina, SC

Praia Joaquina, SC

Joaquina é reduto dos surfistas

Paraíso dos surfistas por ser um dos locais preferidos para as competições oficiais de campeonatos estaduais, nacionais e internacionais, a Joaquina é uma das praias mais visitadas de Florianópolis. Preferida dos turistas que vêm para a Ilha pela primeira vez, a “Joaca”, como é carinhosamente chamada pelos mais íntimos, foi ponto de referência na moda nos anos 70 e 80 lançando o naturismo nas areias catarinenses. Com água límpida e gelada, ela ainda é a praia mais fotografada pelos visitantes que se encantam pela sua beleza e pela sensação de liberdade que proporciona.

Com uma associação de surfe atuante, a Joaquina é palco de importantes atividades esportivas, e na temporada costuma reservar surpresas como luaus e excelentes shows. A democracia está na areia, onde todos podem jogar futebol. Há também uma quadra para vôlei de praia e chuveiros gratuitos para banho. O visual de cima das pedras no lado esquerdo é deslumbrante, porém perigoso. Os salva-vidas, constantemente alertas, orientam para que não se tome banho próximo às pedras e que sejam evitadas as escaladas, respeitando os avisos nas placas e pedras.

Embora muitos surfistas tenham migrado para a Praia Mole e Moçambique, esta última por ser mais deserta, ainda há gatos e gatas sarados que costumam fazer cansativas pernadas que acabam invariavelmente no mar. Todavia, apesar da água ser convidativa e transparente, é preciso tomar cuidado ao banhar-se e sempre evitar exageros.

Vale saborear os pratos à base de frutos do mar nos restaurantes ao longo da praia, ou curtir a água de coco geladinha, o caldo-de-cana, sucos naturais e batidas, nas barracas à beira-mar. Para aqueles que querem sair de casa sem nenhuma tralha, há barracas que alugam cadeiras de praia, guarda-sóis, pranchas de surfe e body board. Para a utilização dos banheiros é cobrada uma taxa de manutenção de R$ 0,50 e há camisetas e todos os tipos de artesanato local para consumo a preços bem acessíveis.

Para aqueles que preferem dormir na Joaquina há hotéis com sacadas de frente para o mar totalmente equipados e confortáveis. Para sair à noite há pequenos botecos e restaurantes especializados – como o Martim Pescador e o Bizkaia – que servem saborosos pratos.

Não esqueça de dar um pulo até a vizinha Lagoa da Conceição, reduto da moçada, onde existem inúmeros bares e restaurantes com programação que atravessa a madrugada. E ainda se divertir nas dunas da Joaquina, na frente do Candice Apart Hotel, onde várias barracas alugam pranchas para a prática do sandboard, uma espécie de esqui na areia, esporte emocionante que virou moda já há alguns anos.

Um bom programa para o final de tarde é um happy hour com petiscos de frutos do mar e chopp gelado, ou coquetéis à base de cachaça, que prometem ser a mania do Verão. Também vale a pena ir no Café Surf, conferir as novidades na loja da Mormaii ou fazer aulas na Escola de Surf, ideal para quem quer aprender a ter intimidade com a prancha.

Com água límpida e gelada, ela ainda é a praia mais fotografada pelos visitantes que se encantam pela sua beleza e pela sensação de liberdade que proporciona.

Mural CMMC – Praia Brava

Praia Brava - Florianópolis

Praia Brava - Florianópolis

Praia Brava reúne gente bonita e famosa

É difícil imaginar que há menos de 15 anos uma das praias mais badaladas de Florianópolis não tinha sequer uma casa de alvenaria. As antigas roças e engenhos de farinha deram lugar a condomínios luxuosos na Praia Brava. Hoje, ela é conhecida pelo seu requinte e pelos freqüentadores famosos.

Nos arredores, restaurantes com padrão internacional e condomínios dão um ar sofisticado. O governador do Estado, Esperidião Amin, e o tenista catarinense Gustavo Küerten costumam passar a temporada nos seus apartamentos na Brava.

Mas, além da sofisticação dos bares e restaurantes, os esportes também estão em alta. Os praticantes do parapente começam a descobrir picos perfeitos nos morros locais. O engenheiro Marcelo Tomozelli, acostumado a voar de parapente sobre a Praia Mole, descobriu na Brava outro lugar ideal. “O visual lá de cima é alucinante, é a primeira vez que vôo aqui, mas com certeza vou voltar”, completa. E toda essa empolgação não é à toa. Sobrevoando a Praia Brava é possível ver também as praias dos Ingleses, Canasvieiras, Lagoinha e Jurerê.

A Brava é ainda considerada uma das melhores de Florianópolis para o surfe, com uma vantagem: suas águas não são tão geladas como as da Mole e da Joaquina, e suas ondas fortes deram origem ao nome da praia.

Quem prefere ficar com os pés no chão pode optar pelas trilhas. A Praia Brava é fechada por dois costões que podem ser trilhados. Atrás do morro à direita fica a Praia dos Ingleses, e quem subir o morro à esquerda vai ver a Lagoinha. Para fazer a trilha é importante pedir orientação sobre seu ponto de partida e fazer o caminho no final da tarde quando os raios solares estão mais fracos. Uma dica é levar água e máquina fotográfica.

Outra pedida para o final de tarde é o Bar do Pirata, aberto todos os dias. Nos finais de semana, bandas de rock, reggae e MPB fazem do bar o principal ponto de encontro. Num clima descontraído, é no Pirata que a paquera rola solta. As paulistas Priscila Grosskreutz e Cintia Godoy elegeram a Brava como a melhor praia da Ilha. “Nunca vi tanta gente bonita num só lugar. Além disso, ela é perfeita, o mar não é gelado e o atendimento é muito bom”, comenta Priscila.

O que os turistas não imaginam é que toda essa badalação tenha uma história tão recente. Há apenas 12 anos abriu o primeiro ponto comercial, o botequim do Lício. Nascido na Brava há 47 anos, Adalício Vitor da Silva lembra das dificuldades que os primeiros moradores da Brava enfrentavam. Todo o trecho do centro até a praia era de chão batido e poucos pescadores tinham cavalos para chegar até a cidade.

Mural CMMC – Florianópolis, SC

Florianópolis

Florianópolis

Capital de Santa Catarina é o destino preferido de muitos brasileiros quando o assunto é o Sul do País. Argentinos também costumam “invadir” a cidade para curtir suas belas praias. Descubra o que esse lugar cheio de magia tem a oferecer para seus visitantes.

Carinhosamente chamada de Floripa por muitas pessoas que costumam visitá-la e até pelos seus moradores, e também de Ilha da Magia, Florianópolis é uma cidade cheia de charme. Como se isso não bastasse, a cidade ostenta o título de a melhor qualidade de vida do Brasil.

Em Florianópolis o moderno se une ao histórico, em uma combinação harmoniosa também com as inúmeras belezas naturais. A oferta de praias chega a ser um exagero. Ou um “prato cheio” para os amantes da natureza e suas belas paisagens.

Principais atrações

Praias

Quem não gosta de praia certamente não vai ver tanta graça em Florianópolis. Elas podem até não ser as únicas atrações da cidade, mas com certeza são as “estrelas” para os turistas que visitam a capital catarinense. Tem praia para todo tipo de visitante, afinal, elas são mais de quarenta. Quem preferir praias com toda a infraestrutura pode ficar tranquilo, assim como os que forem atrás de praias semidesertas. Entre as mais badaladas estão a Praia da Joaquina, Praia Mole, Jurerê, Lagoinha, entre tantas outras. Na Praia da Galheta, onde chega-se depois de uma trilha de 300 metros a partir do norte da Praia Mole, o naturismo é opcional.

Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição é um dos points de Floripa. Ela atrai não apenas turistas, mas também atletas de windsurfe, vela, kitesurfe, jet ski, entre outras modalidades, que escolhem o local para se exercitar. A temperatura média de 27ºC das águas durante o verão atrai muita gente para lá. Durante a alta temporada, no entanto, recomenda-se checar os relatórios de balneabilidade. O bairro que leva o nome da lagoa é o ponto turístico mais agitado da cidade, com inúmeros bares e restaurantes badalados. A noite mais agitada da cidade fica lá. É comum ter luau na Ponta da Areia, com shows de bandas locais.

Ponte Hercílio Luz

À noite, quando a Ponte Hercílio Luz é acesa, ganha vida o maior cartão-postal de Florianópolis. A ponte está interditada para carros e pedestres desde 1982, mas ainda é a cara da cidade e ostenta o tombamento pelo Patrimônio Histórico e Artístico. A Avenida Beira Mar, em suas imediações, é um ponto movimentado da capital catarinense, repleta de bares e restaurantes.

Mirante Manoel de Menezes

O mirante fica no Morro da Lagoa e oferece uma das mais belas vistas de Florianópolis. Em dias mais claros, é possível ver até o mar das praias da Joaquina e Mole. Boa parte da Lagoa da Conceição é garantida!

Mirante Ponto de Vista

Oferece exatamente a visão oposta a do Mirante Manoel de Menezes. Fica no alto do Morro da Barra e funciona das 10 às 19h30. No local há loja de artesanato e conveniência.

Ilha do Campeche

A Ilha do Campeche, em frente ao Pontal do Campeche, é o mais importante sítio arqueológico de Florianópolis. Há cerca de cinco mil anos, tribos primitivas viveram no local, comprovando a sua existência através da maior concentração de inscrições rupestres de Santa Catarina. Boa parte das inscrições foi dinamitada por caçadores de tesouros, mas ainda há muitos sinais gravados nos paredões de diabásio-preto, na parte oeste da ilha, na Praia do Mar Grosso. Uma das grandes atrações da Ilha do Campeche é o Morro do Norte, ponto mais alto do local, com 85 metros. Mas o passeio, que dura cerca de três horas, mostra muitas outras paisagens. Ele começa na Praia da Armação e Praia do Campeche, e termina na Ilha do Campeche. A trilha que faz o contorno na ilha é facultativa.

Centro histórico

Uma voltinha pela Praça XV de Novembro e arredores garante visitas aos casarões, além de uma ida ao Mercado Público Municipal. Ali ficam bares dos mais variados estilos e as manhãs de sábado costumam ser animadas por lá.

Projeto Tamar Sul
Rua Professor Ademir Francisco, s/n. Barra da Lagoa. (48) 3236-2015.

Desde abril de 2005, Florianópolis é sede da 22ª base do Projeto Tamar, que tem como objetivo conscientizar a população a respeito da conservação das tartarugas marinhas. No Centro de Visitantes, há monitores, sala de vídeo, exposição permanente, loja, entre outras coisas. Funciona de terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 8h30 às 17h.