[Turismo] Beleza Natural e Relaxante em Paraty – RJ

À primeira vista parece que o tempo parou em Paraty, uma cidadezinha espremida entre a serra e o mar e que teve seu apogeu no Ciclo do Ouro. No Centro Histórico, a moldura é formada por preservados casarões coloniais, igrejas dos séculos XVIII e XIX e ruas calçadas pelos escravos em pedras pés-de-moleque onde o tráfego de automóveis é proibido.

Mas basta circular pelas ruelas para conferir uma cidade pulsante, charmosa, com gente, sotaques e paladares do mundo inteiro, combinando tradição e modernidade – o cenário utilizado nas festas religiosas, como a do Divino, é o mesmo onde a turma brinca o Carnaval, os fãs da branquinha degustam a bebida no Festival da Pinga e os intelectuais badalam durante a concorrida Festa Literária Internacional, a Flip.

Paraty reúne ainda praias e cachoeiras. Na estrada para Cunha ficam quedas d´água que formam piscinas naturais perfeitas para banhos, como Pedra Branca e Tobogã. Já na vila de Trindade, a 20 quilômetros, praias selvagens e acessíveis por trilhas, como a do Sono e do Cachadaço, atrem a turma jovem e aventureira. Para quem não quer saber de caminhadas, barcos partem do cais todos os dias para passeios pela baía e suas ilhas.

[Fonte: Férias Brasil]

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[Turismo] Bela Paisagem em Aiuruoca – MG

Paraíso do ecoturismo, Aiuruoca preserva a natureza no sul de Minas

Quando o sol raiou no tão esperado dia desta viagem, eu já ia longe. Acelerava meu fusquinha numa paisagem de cartão postal pelo Sul de Minas, um caminho muito especial. E também Real, para minha surpresa. É o que indicavam as placas: aqui e ali, Sua Majestade, a Estrada Real, ora atravessava o asfalto, ora se unia no traçado da rodovia moderna. Assim, sem antes planejar, acompanhei parte desse caminho construído para escoar o ouro de Vila Rica (Ouro Preto) ao porto de Paraty. E fui passando por diversas cidades que surgiram às suas margens na época colonial, até chegar ao meu destino, Aiuruoca, um antigo arraial minerador de 1706.

Antes mesmo de chegar, faltando poucos quilômetros para entrar na cidade, tive uma bela recepção; o Pico do Papagaio, uma imponente formação rochosa de 2100m, um dos pontos mais altos do município. Vem dele o nome da cidade, originalmente do tupi ajuru (papagaio) e oca (casa), pois viviam no local bandos de papagaios de peito roxo.

O maciço de pedra está protegido pelo Parque Estadual da Serra do Papagaio, uma área de 22.917 hectares com incontáveis atrativos e uma natureza singular. Parece brincadeira, mas logo na primeira caminhada encontrei Pau-Brasil, arbustos retorcidos como a Candeia e muitas Araucárias, respectivamente, vegetação típica de mata atlântica, cerrado e mata de altitude. A fauna, do mesmo modo, se espalha triplicada pelas montanhas. Tucanos, lobos-guará e até onças também podem ser vistas na região.

Essa biodiversidade toda se espalha ainda pela APA (Área de Preservação Ambiental) da Serra da Mantiqueira, que abrange cerca de 50% de Aiuruoca. Dentro dela, há o Vale do Matutu, a 17 km da cidade. Unidos, os moradores do Matutu se esforçam na conservação e manutenção das florestas nativas. E nos combates a incêndios – os próprios guias são brigadistas voluntários. O acesso, complicado nos dias de chuva, recompensa qualquer esforço. E aqui vai um conselho de amigo: se você não dispõe de veículo apropriado e/ou não tem experiência em dirigir em estrada de terra, deixe o carro na cidade e siga tranqüilo nos veículos próprios das agências, com guia incluso. Como o carismático Herbie 53, um fusquinha decorado à imagem e semelhança de seu primo hollywoodiano.

Em Aiuruoca quase todo o relevo é montanhoso e acidentado, com apenas 5% de terrenos planos. Por isso, o lugar conta com mais de 80 cachoeiras e ribeirões. Entre eles, o rio Aiuruoca, com a nascente mais alta (e provavelmente gelada) do país, a 2.450m, e a maravilhosa Cachoeira do Tombo, com acesso a pé a partir da cidade.

Um animado carnaval sacode a cidade uma semana antes do resto do Brasil. A tradição começou na década de 1930, na verdade, com a proibição da festa na data oficial, pois segundo o então pároco Monsenhor Nagel, o período deveria ser aproveitado para vivências, reflexões e orações. Generoso, porém, permitiu sua realização na semana anterior, criando um diferencial que atrai desde então cada vez mais foliões.

Seja para descanso, badalação ou caminhar pelas trilhas, planeje bem sua viagem. Os meses de novembro a fevereiro são os mais quentes e chuvosos (leve uma capa impermeável). Já entre abril e agosto o tempo fica mais firme; em compensação, os termômetros despencam durante a noite (não se esqueça dos agasalhos). E para garantir o sucesso do passeio acrescente na lista um bom par de botas para caminhar, cantil, protetor solar, boné e o mais importante, um reforçado café da manhã.

[Fonte: UOL Viagem]

[Turismo] Piscina natural da cachoeira. Pirenópolis – GO

Colonial, cidade goiana de Pirenópolis preserva tradições, cachoeiras e fazendas


Mergulhar nas cachoeiras que se espalham por esta terra maravilhosa é algo irresistível e necessário. O calor é impiedoso e seco, mas a natureza, generosa. O ponto de partida é a cidade de Pirenópolis. No coração do Brasil, ela preserva seu casario colonial, costumes e tradições que remontam ao inicio do século 18.

A pé, de mountain bike ou jipe, é possível conhecer o grande elenco de piscinas e quedas d’água cristalinas. E, naturalmente, baixar a voltagem que trazemos das grandes cidades. Para chegar às atrações, o caminho já vale a viagem: a vegetação de arbustos retorcidos, típica do cerrado, serve de moldura. E o solo, rico em depósitos minerais como o cristal de quartzo, brilha ao sol.

A melhor época para conhecer a cidade é entre maio e julho, pois as cachoeiras estão cheias e o período de chuvas já passou. Normalmente, a temporada seca vai até novembro.

Não é difícil cruzar com um tamanduá-bandeira ou uma seriema distraída, pois eles fazem parte do cenário. Quando se ouve um canto rouco de pássaro e o mesmo tiver um jeito particularmente desengonçado de voar, pode ter certeza de que é um dos muitos tucanos do pedaço. A flora, apesar de castigada sem trégua pelo sol, resiste bravamente e se descortina numa infinidade de cores, formas e frutos.

As descobertas de ouro pelos bandeirantes trouxeram os primeiros colonos à região. Em 1727, surgem as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. É chamada de assim porque metade de sua ponte (sobre o rio das Almas) foi levada por uma enchente. Só a partir de 1890, passou a se chamar Pirenópolis, por estar próxima (distante 22 km) da serra dos Pirineus, que abriga o parque estadual de mesmo nome.

À exemplo do que aconteceu em outras cidades coloniais brasileiras, depois do apogeu do ciclo minerador do ouro, a cidade entrou em decadência econômica, o que ajudou a preservar casarões e igrejas praticamente intactos. Em 1989, foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e, a partir de 1997, iniciaram-se projetos de restauração nos principais monumentos do centro histórico.

[Fonte: UOL Viagem]

[Diversão] Visconde de Mauá / RJ

Visconde de Mauá

A 4 km de Visconde de Mauá. Com 10m de altura, chama-se escorrega porque a força da água permite que os banhistas escorreguem sobre a rocha lisa, em declive até caírem em uma grande piscina natural, Possui um bar.

[Fonte: Brasil Viagem]

Mural CMMC – Mangaratiba / RJ

Mangaratiba tem mais de 400 anos de história

As mais lindas cachoeiras da Costa Verde estão em Mangaratiba – uma cidade que foi, durante uma época, o principal porto de escoamento do café do Vale do Paraíba.

Com intenso comércio de café e escravos, a região abrigava grandes fazendas e imponentes solares e palacetes, seu principal patrimônio histórico e cultural até hoje.

A região tem os melhores e mais sofisticados resorts da Costa Verde.
E é no Porto de Mangaratiba que você aluga barcos e saveiros para um passeio inesquecível pelas ilhas tropicais de Itacuruçá e Ilha Grande.

Fonte: Brasil Viagem

Mural CMMC – Cachoeira das Fadas, Diamantina / MG

Cachoeira das Fadas

Atrai visitantes por ter acesso fácil e poço bom para banho, com águas cristalinas.

A Cachoeira das Fadas tem uma queda aproximada de 25 metros de altura e forma uma piscina natural cercada por uma vegetação. O local é apropriado para quem almeja descanso e repouso, podendo realizar banhos reparadores e energizantes. O acesso ao local pode ser feito por um trecho de estrada e, depois, por uma trilha de pedras com descida acentuada. Para se ter uma idéia aproximada, são cerca de 35 minutos de caminhada a partir da Igreja de Nossa Senhora das Dores, situada na rua principal. Este é mais um local onde a infra-estrutura turística é precária, recomendando-se levar lanches e realizar a coleta do lixo produzido ao abandonar o local.

Fonte: Desvendar

Mural CMMC – Jalapão / TO

Cachoeira da Formiga

Cachoeira da Formiga - Jalapão

Cachoeira da Formiga - Jalapão

De águas esverdeadas e transparentes esse pequeno rio, perfeito para um banho conta ainda com uma pequena queda.

O que mais caracteriza esta cachoeira é a cor de suas águas em tons azul esverdeado. Nasce do lado de dentro da mata até cair no poço onde os turistas tem acesso. Fica localizada no Parque Estadual do Jalapão, alcançadas a partir de Mateiros pela estrada de terra para São Félix do Tocantins. A visita vale a pena.

Acentuados pela areia branca que reveste seu fundo, os tons de verde e azul da cachoeira da Formiga se confundem em suas águas transparentes. Ficar do lado de fora, só observando esse cenário, é impossível, principalmente sob 30ºC -temperatura constante durante o ano- e depois de enfrentar quilômetros de estrada de terra.

Com uma queda pequena e forte, a cachoeira funciona como uma hidromassagem natural. Vencida a correnteza para chegar à base da queda, é só escolher a intensidade desejada.

Como a pressão d’água é muito forte, manter-se sentado na parte inferior da cachoeira não é nada fácil. Se a intenção é relaxar sem fazer esforço, é melhor evitar a subida de dentro da água pelas pedras e raízes de árvore. Dá para chegar à parte alta caminhando pela lateral e sentar-se em uma das pedras que, esculpidas pela água, são superanatômicas.

Para quem não consegue ficar muito tempo parado e tem espírito aventureiro, os galhos de árvores suspensos sobre a piscina da cachoeira da Formiga são um convite aos saltos. Como o poço não é muito profundo, é preciso tomar cuidado para não se machucar.

Fonte: Brasil Viagem